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3 Dicas para investir o dinheiro da restituição do Imposto de Renda

O calendário de pagamentos da restituição do 2022 teve início no último dia 31 de maio e seguirá até 30 de setembro. A informou que mais de R$ 6,3 bilhões foram pagos no primeiro lote, que contemplou idosos, pessoas com deficiência e quem tem o magistério como principal fonte de renda.

A partir de agora, os pagamentos serão efetuados conforme a ordem de envio da declaração do Imposto de Renda. As datas para os próximos lotes são 30 de junho, 29 de julho, 31 de agosto e 30 de setembro. Para consultar o dia de recebimento do valor, o contribuinte deve consultar o site ou da Receita Federal.

O depósito é feito na conta bancária informada durante o preenchimento da declaração. Caso o documento tenha apresentado inconsistência ou erro, é necessário corrigi-lo para receber a restituição.

Investimentos podem fazer o render

No momento em que o cenário econômico brasileiro é desafiador, com alta da e redução do poder de compra dos consumidores, saber como utilizar o valor da restituição é ainda mais importante.

A orientação da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) para quando se recebe um dinheiro extra é avaliar a atual situação financeira. Caso seja possível poupar o recurso, a recomendação é buscar opções de investimentos para fazê-lo render.

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Com a alta da taxa básica de juros Selic, fixada em 12,75%, investir em renda fixa tornou-se mais atrativo. Isso porque a rentabilidade dos produtos financeiros da modalidade acompanha a variação da Selic.

1.

Títulos públicos do Tesouro Direto são uma possibilidade para quem pretende investir o dinheiro da restituição do Imposto de Renda. Na prática, o investidor “empresta” o valor para o governo e o resgata com juros após um determinado prazo.

De acordo com a Abefin, o Tesouro Direto é considerado o tipo de mais seguro do . Outra vantagem é o valor acessível, já que é possível comprar títulos a partir de R$ 30.

2. Certificado de Depósito Bancário (CDB)

Outra opção de investimento em é o CDB. Sua rentabilidade é atrelada à taxa , que mantém valor próximo à Selic.

Nesse tipo de aplicação financeira, o investidor também “empresta” um valor e resgata após um determinado prazo com juros, mas dessa vez para uma instituição financeira.

Os CDBs também são considerados investimentos seguros porque contam com a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). No entanto, o aporte inicial é maior em comparação com o Tesouro Direto, por isso é indicado para quem receber um valor mais alto na restituição.

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3. Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e Letra de Crédito do Agronegócio (LCA)

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e de Crédito do Agronegócio (LCA) também podem ser alternativas para investir. No entanto, cabe ao interessado fazer uma pesquisa nas ofertas de mercado.

Até pouco tempo, ambas exigiam aportes iniciais mais altos — a partir de R$ 5 mil —, o que não seria possível para quem tem em mãos apenas o recurso da restituição do Imposto de Renda. Nos últimos anos, elas se popularizaram e, hoje, é possível encontrá-las por preços mais acessíveis.

Quem investe em LCI “empresta” dinheiro para o setor imobiliário e resgata o valor após um determinado período, com o acréscimo de juros. No caso da LCA, ocorre o mesmo processo, com a diferença que o dinheiro é direcionado ao agronegócio. A rentabilidade das letras de crédito é atrelada ao CDI, e o investidor também conta com a garantia do FGC. A principal vantagem da LCI e da LCA em comparação com o CDB é que elas são isentas do Imposto de Renda.

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Cristiane Luzio Rodrigues

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