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5 coisas que ainda não te contaram sobre biometria facial

Prova de vida, validação da identidade em aplicativos de bancos, fintechs e do . A biometria facial já faz parte do cotidiano da população e, por isso, é essencial desvendar os mitos para acabar com as fake news e, assim, aproveitar todos os benefícios que essa oferece.

A lista abaixo te ajudará a entender o funcionamento e as vantagens trazidas pela . Confira os tópicos elucidados pelo pesquisador de Cibernética e Fraude da Unico, Guilherme Bacellar:

1. Biometria facial não é reconhecimento facial

A biometria facial é uma tecnologia mais precisa e um dos procedimentos mais de identificação – utilizada hoje em transações financeiras (apps de bancos e fintechs), admissão de funcionários pela área de Recursos Humanos, assinatura de documentos, varejo (processos de concessão de crédito), entre outras situações. Para determinar a identidade de uma pessoa, a tecnologia utiliza uma selfie, analisa o rosto da pessoa e mapeia cerca de 80 pontos de sua face. A partir desse mapeamento, um código único é gerado e os dados são armazenados – como uma impressão facial.

A biometria facial só pode ser realizada com fotos próximas do rosto das pessoas – lembra daquele marco oval que aparece nos aplicativos para identificar sua face? É preciso estar bem perto da câmera. É uma autenticação obtida de maneira individual (pois cada pessoa tem características únicas) e quase estática — já que ninguém está 100% parado em todo momento.

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Por outro lado, o reconhecimento facial é uma tecnologia desenvolvida para identificar um indivíduo por meio de imagem ou vídeo.

“A leitura é realizada em casos individuais e em multidões, como em estádios de futebol, por exemplo. Além disso, o reconhecimento facial pode ser obtido em posições de frente ou de perfil”, detalha Bacellar. “Por isso, é essencial enfatizar que reconhecimento facial não é o mesmo que biometria facial. Por meio da captação de características específicas de cada rosto, a biometria facial é assertiva e garante a , assim como a proteção dos dados de cada usuário”, conclui.


2. Autenticação biométrica protege a privacidade das pessoas

A biometria facial não invade a privacidade dos indivíduos e o seu uso para fins de prevenção à fraude e identificação do indivíduo encontra respaldo na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Além disso, o aspecto técnico, o hash biométrico – uma espécie de “QR code da face, um código único de cada indivíduo” –, garante a privacidade e a proteção dos dados das pessoas durante o uso da biometria facial.


3. Biometria facial evita e garante transações seguras

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Respaldado por uma tecnologia avançada e inovadora, o sistema de biometria facial traz um índice de acerto de identificação de 99%. “O resultado é que as tentativas de burlar o sistema são bastante minimizadas e a segurança é então otimizada”, pontua o especialista da Unico.

4. Mudanças nos aspectos físicos são assimilados pela biometria facial

Perda de peso, corte de cabelo, uso de óculos. Mudanças no rosto geram dúvidas entre todos: a biometria facial seria capaz de reconhecer essas alterações e ainda identificar o usuário? A resposta é sim.

“Com agilidade e praticidade, tais mudanças são, em sua maioria, assimiladas pela tecnologia. Vale mencionar que, caso haja a realização de harmonização facial, é possível que o sistema de biometria exija um novo cadastro do usuário”, segundo Guilherme.

5. Biometria facial facilita transações e reduz entraves para pessoas e empresas

A autenticação por meio da biometria facial traz agilidade e segurança para situações cotidianas. De acordo com dados de uma pesquisa inédita encomendada pela Unico ao Instituto Locomotiva, 98% dos brasileiros afirmam já ter enfrentado alguma dificuldade para confirmar a própria identidade. E 94% declaram já ter perdido tempo ao enfrentarem dificuldades nesta comprovação – tempo gasto em deslocamentos, filas e trâmites em diversas situações cotidianas. Soluções de identidade digital podem simplificar essas transações e já estão presentes, por exemplo, na abertura de contas em bancos digitais, pagamentos com a face em lojas e outras transações.

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E a tecnologia tem grande aceitação entre os brasileiros. Oito em cada dez acreditam que a substituição de senhas por tecnologias de reconhecimento facial e biometria poderiam reduzir, consideravelmente, o número de golpes, fraudes e crimes digitais. Quanto ao acesso, 7 em cada 10 brasileiros são a favor da utilização de formas digitais de identificação, como o reconhecimento facial, para acessar lojas ou .

“A biometria facial gera autonomia ao cidadão, que se posiciona como seu próprio device, sem o uso de senhas. E ao garantir transações seguras e ágeis, a solução gera um ambiente de negócios mais simples, confiável e dinâmico para o país”, enfatiza o pesquisador de Segurança Cibernética e Fraude da Unico.

Quer saber mais sobre essa tecnologia – cujo uso deve movimentar mais de R$ 50 bilhões em 2022, segundo a consultoria Allied Market Research? Acompanhe as mídias sociais e os conteúdos produzidos pelos especialistas da Unico (Unico Check | Unico People)

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