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Agência de risco S&P eleva nota da JBS (JBSS3) e a classifica como ‘grau de investimento’

A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) aumentou a nota da  (JBSS3). Isto é, de BB+ para BBB-, que agora é considerada grau de investimento (“investiment grade”) pelas três principais de risco.

Assim sendo, Fitch e Moody’s já classificavam a companhia de proteína desta forma desde junho e novembro de 2021, respectivamente.

Dessa maneira, quando são avaliadas como grau de investimento, as empresas têm, na visão das agências, condições de honrar suas dívidas. Isto é, oferecendo, assim, menos risco aos e credores.

Segundo a S&P, a JBS tomou medidas para melhorar os controles de risco e agora tem um histórico de gerenciamento de risco mais prudente e melhor eficácia do conselho.

Desse modo, a perspectiva da agência para a nota da JBS é de estabilidade.

JBS (): lucro cresce 151,4% no 1T22, na base anual

A JBS (JBSS3) reportou lucro líquido de R$ 5,1 bilhões no primeiro trimestre de 2022. Ou seja, isso representa um de 151,4% em relação ao mesmo trimestre de 2021.

Nesse sentido, o aumento do lucro pode ser atribuído ao crescimento da receita e a diminuição das perdas financeiras no período.

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Ademais, o lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (, na sigla em inglês) ajustado cresceu 46,7% no 1T22. Isto é, totalizando R$ 10,1 bilhões.

Já a margem Ebitda ajustado atingiu 11,1% nos três primeiros meses do ano. Ou seja, alta de 2 p.p. frente a margem registrada em 1T21.

Assim, a receita líquida somou R$ 90,9 bilhões entre janeiro e março deste ano. Ou seja, um crescimento de 20,8% na comparação com igual etapa de 2021.

Mais sobre o balanço

Em relação ao resultado financeiro líquido, este foi negativo em R$ 210,1 milhões no primeiro trimestre de 2022. Isto é, uma redução de 82,1% sobre as perdas financeiras da mesma etapa de 2021.

Desse modo, o lucro bruto atingiu a cifra de R$ 16,365 bilhões no primeiro trimestre de 2022. Ou seja, um aumento de 47,3% na comparação com igual etapa de 2021.

Já as despesas gerais e administrativas somaram R$ 3,176 bilhões no 1T22. Isto é, um crescimento de 27,1% em relação ao mesmo período de 2021.

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Dessa maneira, no 1T22, o fluxo de caixa das atividades operacionais foi de R$ 344 milhões, versus um consumo de caixa de R$ 629 milhões no 1T21. Assim, explicado pela melhora na performance operacional.

Diante disso, o fluxo de caixa livre, após adição de ativo imobilizado, juros pagos e recebidos, foi negativo em R$ 2,8 bilhões. Isto é, sendo R$ 857 milhões relacionados a itens não recorrentes.

Portanto, a dívida líquida da companhia ficou em R$ 66,488 bilhões no final de março de 2022. Ou seja, uma elevação de 16,3% em relação ao mesmo período de 2021.

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