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Como proteger seus Bitcoins de uma queda?

com Capital Protegido Por João Paulo Oliveira, fundador da Nox Bitcoin.

A taxa de juros brasileira () está em baixa, cotada a 6,5% ao ano. Assim ela chegou aos seus menores níveis históricos. Isso ocorreu após a economia brasileira sair da gravíssima recessão que ocorreu entre 2014 e 2017. Com isso, os em renda fixa perdem sua atratividade, porque eles são remunerados com base nessa taxa ou no , que também se guia pela Selic.

Com a aprovação da reforma da previdência, existe mais espaço para o Banco Central fazer uma nova redução dos juros. A rentabilidade real de um título de renda fixa, considerando a inflação de 2018, foi de 1,62% nos últimos 12 meses, sem descontar impostos e taxas de corretoras. E, com essa nova redução, ela pode ficar ainda menor.

O Investidor Brasileiro precisa inovar

O investidor brasileiro precisa ter mais criatividade se quiser melhorar seus ganhos. Pois quem investiu R$ 1.000 por um ano na renda fixa, levou por volta de R$ 1,62 para casa.

Esse R$ 1,62 passa pela Receita Federal, que faz questão de cobrar 17,5% em cima dos seus ganhos. Assim se somando a tributação, totalizam R$ 1,35. Ou seja, você deixa seu dinheiro por um ano na renda fixa e recebe um pouco acima da inflação.

Título de renda fixa

Os títulos de renda fixa possuem um papel importante na diversificação e proteção da de investimentos. Assim eles são uma alternativa de baixo risco para que o brasileiro não perca poder de compra. E por sinal, é corroído diariamente pela inflação.

Querendo ou não, sua rentabilidade é melhor do que a da poupança. Além disso esse título é acessível e utilizado por milhões de brasileiros, já que é barato de investir e oferece risco baixíssimo.

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Bolsa bate recorde de cadastros

Historicamente, as pessoas buscam investimentos mais ousados quando os juros estão em baixa. A bolsa de valores brasileira chegou a 1 milhão de CPFs pela primeira vez em sua história. Mas isso não se restringe apenas à Bovespa, até mesmo opções mais ousadas estão sendo consideradas.

Olhando para os dados do Google, dá para constatar o crescimento dos vendedores de cursos de trading, que conseguem novos alunos a cada dia, mesmo sabendo que 99% daqueles que se arriscam nisso acabam perdendo dinheiro no final das contas, segundo pesquisa da FGV. Mas como foi dito anteriormente, as pessoas precisam ser mais criativas, especialmente no Brasil.

Retorna o interesse em investimento de Bitcoin com capital protegido

Também é possível notar que o interesse por Bitcoin voltou a crescer, segundo dados do Google Trends (ver imagem abaixo). Esse comportamento é completamente normal. Quando os juros estão em baixa, as pessoas olham para além da renda fixa. Então começam a considerar sair do CDB, LCI ou Tesouro Direto.

O de ações pode ser o próximo passo, mas seus riscos são inerentes à estabilidade da economia global, que já não anda muito bem.

Os Estados Unidos e a China estão em guerra comercial há quase um ano, sem previsão de acordo. Além disso os indicadores de crescimento econômico na Ásia e na Europa estão piorando a cada mês.

Muitos economistas já acreditam em uma recessão para os próximos anos, o que pode colocar o mercado acionário em baixa, afetando a bolsa brasileira, que está relacionada com todos os principais mercados do mundo.

Além do risco global, existe o risco político do Brasil. Querendo ou não, o assume um papel de protagonista nos rumos da economia. Todos os estão ansiosos e colocando suas esperanças na reforma da Previdência como uma maneira de retomar a recuperação econômica e resolver o grave rombo fiscal brasileiro.

Quando Jair Bolsonaro foi eleito presidente, a bolsa precificou essa expectativa e chegou pela primeira vez aos 100 mil pontos.

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O papel do Bitcoin

Na contramão desses riscos econômicos e políticos está o Bitcoin. Desde que o acordo entre Estados Unidos e China fracassou, a moeda virtual subiu mais de 100% desde abril, se tornando um dos melhores investimentos do ano.

Esse cenário de incerteza foi um dos catalisadores dessa grande valorização, mas existem mais fatores: uma potencial entrada em massa de institucionais através da Fidelity e Bakkt (startup fundada por sócios da Bolsa de Nova Iorque), a bolsa de Futuros da Chicago (CME) atingindo recordes históricos de volume em negociação e a criação da Libra, criptomoeda do Facebook.

Os investidores institucionais são fundos de pensão, fundos de investimento, hedge funds e seguradoras. Eles são extremamente importantes para qualquer mercado, porque oferecem liquidez e estabilidade nos preços. Uma entrada de investidores institucionais aumenta a credibilidade do Bitcoin como um ativo e forma de investimento.

Alguns avanços técnicos são relevantes, e a rede do Bitcoin está mais segura do que nunca com aumento do uso do Segwit e da Lightning Network. As duas últimas soluções são extremamente importantes para aumentar a capacidade de transação da rede e diminuir o valor das taxas.

O Bitcoin apresenta muitos riscos. Sua volatilidade foi de 63% ao longo de um ano, e esse número é quase três vezes maior quando o comparamos com a Bovespa. Ou seja, é três vezes mais arriscado do que na Bolsa de Valores. Nem todas as pessoas têm fôlego e psicológico para acompanhar esse mercado.

No entanto, isso acontece porque o mercado de Bitcoin ainda é extremamente novo e pequeno quando comparado com mercados tradicionais. Os seus fundamentos ainda estão sendo testados, e as pessoas ainda estão aprendendo o seu valor. Mas já existem mecanismos de proteção que podem mitigar esses riscos.

Investindo em Bitcoin com Capital Protegido

Bitcoin com Capital Protegido é uma interessante ação. Um desses mecanismos utiliza operações estruturadas baseadas em derivativos. Elas já são muito comuns e amplamente utilizadas no mercado financeiro.

A Nox Bitcoin, startup brasileira, é a primeira empresa a oferecer esse tipo de produto, o que torna possível investir em Bitcoin com riscos controlados e com uma estratégia exclusiva que contemple o cliente de acordo com o seu perfil de investidor.

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O Bitcoin com Capital Protegido é um desses produtos. Com ele, é possível investir em Bitcoin com uma proteção de 100% do principal aplicado na operação. Mas, como diria Milton Friedman, Nobel em Economia: “Não existe almoço grátis”.

Em troca dessa proteção, é preciso abrir mão de parte da rentabilidade do Bitcoin e da liquidez até o vencimento do contrato, que geralmente fica entre 120 e 180 dias. A participação na valorização do Bitcoin é de 70%, ou seja, se o Bitcoin subir 10%, você ganhará 7%.

A participação na alta está limitada a um ganho máximo de 14% até o vencimento do contrato.

Mais segurança no investimento em Bitcoin com Capital Protegido

O investimento em Bitcoin com Capital Protegido é uma boa alternativa para investir em um ativo com um grande potencial de valorização, mas contando com mais previsibilidade em um mercado extremamente volátil como o de Bitcoin.

Ele se trata de um ativo digital, escasso, sem uma relação direta com a economia e mercados internacionais. Além disso, o Bitcoin roda há 10 anos sem nenhum ponto de falha na rede, que se mantém intacta e se mostra cada vez mais robusta e segura.

Muitos dizem que ele se aproxima do ouro digital, outros acham que ele é ainda melhor que o ouro. Há quem diga que o Bitcoin esteja caro, mas a realidade é que só o tempo irá dizer o quanto ele deverá custar, mas diante de seu potencial para alcançar e transformar mercados, com certeza não será pouco.

Diante de tantas incertezas geopolíticas e econômicas no mundo, por que não apostar em um ativo que pouco se relaciona com ele? E o melhor, apostar em um ativo de potencial com risco de perda reduzido a zero. e isso você pode com o investimento em Bitcoin com Capital Protegido.

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