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Educação financeira

Como manter o padrão de vida de acordo com a renda?

Você sabe qual o seu padrão de vida? E sabe como mantê-lo ou ascender, em vez de ver as dívidas e problemas se acumularem?

Neste conteúdo, nós contamos tudo que você precisa fazer sobre o assunto! Mas antes, já vale um alerta: é preciso cuidar do seu no dia a dia.

Você tem que avaliar sempre o que gasta, como gasta e se isso é mesmo necessário. Independentemente do seu padrão de vida atual. Até porque, as coisas podem mudar de uma hora para a outra, e é importante ter as seguras para passar por esses momentos.

O que é padrão de vida?

O padrão de vida está ligado ao poder de compra de cada indivíduo e como, graças a isso, ele tem acesso a bens e serviços.

Quem tem um alto padrão de vida, por exemplo, tem acesso fácil “ao que o dinheiro pode comprar”. Enquanto que, quem tem padrões de vida baixo ou na média, precisa ter atenção ao orçamento para garantir seu bem-estar.

Os mais comuns, claro, são esses dois últimos padrões. Mas com organização e atenção aos gastos, é possível alcançar uma vida confortável com o tempo.

Quais são os padrões de vida existentes?

Existem três padrões de vida: o baixo, o médio e o alto. Saber em qual você se encaixa é importante para entender a sua realidade e conseguir lidar melhor com o dinheiro. Veja abaixo.

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Padrão de vida baixo

Ter um baixo padrão de vida significa ter o mínimo para viver de modo digno, suprindo suas necessidades sem supérfluos.

Quer dizer que é possível pagar as contas principais (água, eletricidade, gás etc.) e manter uma alimentação saudável.

Ou seja, suas necessidades básicas são garantidas pelo dinheiro que o indivíduo tem acesso. As opções de lazer para quem tem um padrão de vida baixo são principalmente as gratuitas, e os serviços básicos costumam ser públicos. Como o acesso à saúde e à educação.

Padrão de vida médio

Quem tem um padrão de vida médio tem um pouco mais de comodidade no dia a dia, pois seu poder de compra é mais amplo. Então, não se limita apenas ao mínimo necessário: pode ter também alguns “supérfluos”.

Por exemplo, acesso à internet Wi-Fi em casa, TV à cabo, cursos extracurriculares pagos, plano de saúde etc.

O padrão de vida médio é comum a quem tem uma renda mais polpuda, mas nada exorbitante. É mais simples manter uma vida confortável e as contas organizadas.

Padrão de vida alto

Um padrão de vida alto é algo para poucos, infelizmente. Quem vive dessa forma vive luxuosamente, tem “regalias” e o que é considerado supérfluo por outros padrões é apenas rotineiro neste caso.

As contas não são nunca um problema para quem tem um alto padrão de vida. Além disso, carros de luxo, roupas de grife, áreas vip e serviços/ semelhantes são bem comuns.

Afinal, como adequar o padrão de vida com a renda?

Os padrões de vida são bem diferentes entre si, não é mesmo? E para ter um dia a dia confortável, é preciso ser realista e se adequar ao seu padrão de vida.

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Não vai ser muito benéfico, por exemplo, comprar vários e vários supérfluos se você tem um padrão de vida baixo e precisa ter atenção às suas contas.

Além desse cuidado com a realidade, alguns outros passos podem ajudar. Veja abaixo.

Divida seus gastos de acordo com renda líquida

Antes de tudo, você precisa entender o que é renda líquida: é o dinheiro que você realmente põe no bolso no fim do mês.

Seu salário pode até ser alto, mas ele passa por vários descontos, correto? Então, não adianta pensar seus gastos com uma renda de R$ 3.500,00, se o que realmente vai para sua conta corrente no fim do mês são só R$ 3 mil.

Tomado esse cuidado, coloque na ponta do lápis quais são seus gastos essenciais. Ou seja, aqueles de que você não pode abrir mão: a conta de energia, de água, a gasolina etc.

Em seguida, organize o que você pode realmente gastar, dividindo sua renda por cada despesa. Defina um limite de gasto para cada área da sua vida; isso vai evitar que você gaste muito com alto e deixe faltar dinheiro para outra coisa.

Viva um degrau abaixo

Mesmo que seu padrão de vida esteja bom, tome cuidado. Não é porque você recebeu uma alta comissão este mês que deve gastar toda ela. Também não é bom contar com esse mesmo valor para os próximos meses, porque ele pode não acontecer.

Isso tudo é para dizer que você precisa controlar seus gastos. O ideal é “viver um degrau abaixo”. Ou seja, se você pode gastar muito hoje, simplesmente não gaste. Esse respiro no orçamento vai dar a você mais segurança no .

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Afinal, você poderá guardar o dinheiro e usá-lo quando uma emergência ou urgência ocorrerem.

Se livre de dívidas o quanto antes

As dívidas são péssimas para o seu orçamento. Não só porque elas são uma despesa a mais, mas porque também podem acumular juros e se tornarem mais caras.

Por isso, faça sempre um esforço para colocar fim às dívidas o quanto antes. Se você conseguir economizar um pouco no orçamento e por fim as parcelas antes do prazo final, maravilha!

Outra dica é trocar uma dívida cara por uma mais barata. Um débito no cartão de crédito, por exemplo: esse tipo de dívida é bem cara, por causa dos juros do cartão.

Neste tipo de situação, pode valer a pena pegar um empréstimo e colocar fim ao primeiro débito. Então, você vai ficar apenas com as parcelas do banco em aberto, mais baratas e que podem facilitar o seu pagamento.

Não subestime um bom planejamento financeiro

Planejar as suas finanças é fundamental! Você precisa saber quanto ganha, quanto gasta, onde pode economizar e quanto quer guardar em curto, médio e longo prazo.

Todo esse planejamento financeiro cria metas e evita perder o controle do seu dinheiro. Ele ajuda, inclusive, a prevenir dívidas, pois você saberá exatamente quanto pode realmente gastar. Nunca é tarde, nem cedo demais para começar. Se você ainda não tem um bom planejamento financeiro, comece agora.

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