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3 dicas para começar investindo na Bolsa com pouco

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Hoje em dia, as tecnologias e plataformas de investimentos disponíveis no mercado tornaram cada vez mais acessível investir na Bolsa, mesmo com pouco.

Dessa forma, a ideia de que é necessário ter grandes recursos para investir vai, aos poucos, se tornando um mito. É claro, uma maior quantidade de capital investido irá se converter em retornos maiores. Mas o ponto é: não é preciso muito para dar o pontapé inicial.

Na verdade, é necessário muito estudo e organização para que a tomada de decisão seja mais assertiva, assim como os objetivos e estratégias aplicadas sejam mais elaborados. Afinal, o entendimento correto do mercado e o raciocínio certeiro para aumentar o patrimônio sempre será fundamental, seja investindo com muito ou com pouco.

Assim, confira a seguir algumas dicas para começar a sua jornada de investimentos, ainda que seja com poucos recursos.

1. Reserva de emergência

Assim como a renda variável permite a chance de ganhos maiores, também existe a possibilidade de eventuais perdas. Portanto, não existe uma promessa de retornos positivos para quem está na Bolsa (e se surgir, desconfie).

Sendo assim, é necessário contar com uma reserva de emergência não só para lidar com as perdas com mais tranquilidade, mas também para se preparar para quaisquer imprevistos que surgirem.

Não existe um valor exato para a reserva, mas especialistas recomendam o equivalente entre três a seis meses dos seus custos fixos mensais, lembrando que quanto mais, melhor. Dessa forma, se você não conta com uma reserva de emergência, aí está um bom objetivo. A partir daí, será preciso estabelecer metas de valores dentro de sua realidade para poupar até alcançar o valor desejado.

E para ajudar nessa organização, o que não falta são aplicativos disponíveis! Guiabolso, Mobills, Spendee, Wallet, Minhas Economias, Organizze, Expense IQ e Meu Dinheiro, são alguns exemplos, inclusive os mais bem avaliados atualmente. Mas caso você tenha uma perfil mais raiz, também existe a opção de se organizar pelo bom e velho Excel, com vários modelos disponíveis internet a fora.

2. Saiba o seu perfil

O que importa mais: um investimento seguro, mas com retorno moderado ou um investimento arriscado, porém com altos retornos? Dependendo do perfil, mais moderado ou mais agressivo, as duas respostas são aceitáveis.

Entre as diversas opções de investimento, vale a pena compreender qual se encaixa com o seu perfil. Assim, em um eventual momento de pressão, você será capaz de tomar a decisão dentro de limites aceitáveis.

O fato de não conhecer bem a si mesmo pode gerar frustração por não alcançar um retorno satisfatório, ou pior, perdas por uma decisão feita em um momento mais intenso na Bolsa. Por isso, vale a pena buscar por testes que ajudem a determinar o seu perfil, antes de investir de fato. Inclusive, algumas das corretoras contam com esse tipo de teste disponível em suas plataformas.

3. Conheça os custos

A diversidade de investimentos é vasta. Assim, ao escolher entre Ações, Fundos de Investimentos (FIIs), ETFs, BDRs ou outros, é importante conhecer os custos envolvidos com as operações de cada um, assim como os impostos. Em síntese, alguns dos custos que você pode se deparar são:

  • Taxa de corretagem ou Taxa de negociação;
  • Taxa de Custódia da corretora;
  • Custos envolvendo a B3 (Taxa de Custódia, Emolumentos, entre outros);
  • Taxa de Administração (Específico para FIIs, ETFs e BDRs);
  • Imposto de Renda.

Vale dizer que cada corretora pode oferecer diferentes valores em suas taxas, existindo até corretoras com taxa zero para alguns investimentos. Ao mesmo tempo, algumas categorias contam com isenção de impostos ou cobranças a partir de um determinado critério. Portanto, é preciso se atentar a esses detalhes tanto na hora de escolher a sua corretora, como no momento de estudar o investimento.

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