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Diretoria da Petrobras (PETR4) aprova venda de participação nos campos Golfinho e Camarupim à BW Energy

A diretoria executiva da (PETR4) aprovou a venda de sua participação nos conjuntos de concessões marítimas dos polos Golfinho e Camarupim. Isto é, em águas profundas no pós-sal, na Bacia do Espírito Santo.

Assim sendo, os ativos foram adquiridos pela BW Energy Maromba do (BWE) por até US$ 75 milhões.

Desse montante, acrescenta a petrolífera em comunicado, US$ 3 milhões serão pagos na data da assinatura dos contratos. Ou seja, US$ 12 milhões no da transação e até US$ 60 milhões. Isto é, a depender das cotações futuras do petróleo Brent e desenvolvimento dos ativos.

Diante disso, valores não consideram os ajustes devidos até o fechamento da transação.

Isto é, que está sujeito ao cumprimento de condições precedentes, como a aprovação pelo Cade e pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Partido de Bolsonaro propõe CPI contra e começa a colher assinaturas

O PL, partido do presidente (PL), protocolou um pedido de criação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a Petrobras (PETR4) .

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Assim sendo, o grupo apuraria “supostas irregularidades no processo de definição de preços dos combustíveis e derivados de petróleo no interno”.

Desse modo, o pedido consta no sistema interno da Câmara, mas para que a proposta comece de fato a tramitar é necessário o apoio de 171 deputados.

Até a publicação desta nota, 42 já tinham subscrito o requerimento.

Nesse sentido, caso as assinaturas sejam atingidas, depende do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), decidir se há “justa causa” para a investigação.

Mais detalhes sobre

Ademais, o requerimento diz que “o país assiste estupefato à escalada sem precedentes dos preços dos combustíveis. Isto é,, o que tem impacto direto sobre a inflação, e, naturalmente, gera prejuízos à população” enquanto “observa-se o aumento expressivo dos resultados da principal empresa atuante neste mercado”.

Dessa maneira, o pedido de investigação ignora que o governo é o principal acionista e controlador da estatal.

Além disso, não cita o Executivo nenhuma vez. Ou seja, buscando jogar para a empresa e sua diretoria a culpa pelo alto custo dos combustíveis e dizendo que “alguns aspectos decorrentes da execução da política de preços praticada pela empresa também causam estranheza”.

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Abaixo estão cinco objetivos na investigação:

1) apurar a “conduta da diretoria e do conselho da Petrobras em relação à motivação de suas deliberações na definição da política de preços dos combustíveis;

2) a instituição do modelo de gestão da estatal;

3) os motivos do endividamento da companhia e gerenciamento do passivo;

4) o impacto da concessão de benefícios corporativos sobre os preços praticados;

5) o modelo tributário incidente nos combustíveis e demais derivados do petróleo e os efeitos decorrentes da sonegação fiscal nos preços praticados. Ou seja, avaliando a possível inobservância dos requisitos de modicidade e primazia do interesse público nacional.

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