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Estudo mostra que o brasileiro enfrenta alta de 17% nos preços médios de itens no supermercado

Cesta de compra nos varejistas diminui 15%. Gasto médio mensal subiu 9%

A Dotz, plataforma omnichannel de engajamento B2B2C, que integra milhões de usuários e empresas, verificou em sua recente análise, com base em dados sobre o comportamento dos clientes e nos números de 5 dos principais supermercadistas parceiros de varejo alimentar, que o consumidor perdeu poder de compra e está levando menos itens para casa na comparação entre maio deste ano e o mesmo período de 2021. Mesmo gastando os mesmos R$ 131 do ano passado em cada compra, a cesta diminuiu 15%, devido ao aumento de 17% no médio dos produtos. Consequente os clientes estão com uma frequência mais alta de ida às lojas, e elevaram em 9% o gasto médio mensal.

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A alta da , de acordo com os dados da empresa, pode ser vista na análise dos produtos. Ao comparar o mesmo carrinho com itens básicos de abastecimento e alguns de conveniência, em maio de 2022 e no mesmo mês em 2021, a alta no preço foi de 11%, mas ele ficou 5% mais vazio.

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 “Os clientes estão consumindo mais carnes suínas, essa foi a única categoria que apresentou alta na quantidade média de itens, e isso se deve à diminuição do preço médio”

explica Jonathas Mendes, head de dados da Dotz.

O especialista afirma ainda que o biscoito, por exemplo, foi impactado por uma grande diminuição de itens por cesta e aumento no preço médio, assim como o leite, que custou 39% a mais no valor e, consequentemente, 13% menos itens por cesta.

“Já o café segue sendo o mais impactado no preço médio, mas diferente do leite, podemos notar que não houve uma redução tão expressiva no consumo (-5%). Quando olhamos para açúcar, óleos e leite, mesmo considerados como itens básicos, foram produtos com a maior redução de consumo por clientes nos varejistas”

completa.

O Radar Dotz traz ainda uma relação dos itens que tiveram maior reijeição dos clientes, no período:

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A compra de cerveja nos supermercados teve a maior redução, 12%, algo que pode ser explicado pelo fato de que, em 2021, muitos bares/restaurantes estavam fechados devido à pandemia, induzindo o consumo em casa. Neste ano, com a retomada das atividades desses estabelecimentos, os consumidores possuem outras opções além do varejista para o consumo dessa categoria de .

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São Paulo sofreu mais com a inflação

O estudo da Dotz aponta que São Paulo é o mais impactado pela inflação nos varejistas parceiros da empresa. No estado, o consumidor acabou gastando mais no mês e levando menos produtos, se colocados os dados de maio deste ano, frente ao mesmo mês em 2021. O ticket médio aumentou 1%, a frequência subiu 12% e o gasto médio ficou 13% acima do ano passado. Quando analisado o preço médio, houve uma alta de 19% – a maior na comparação com Ceará (15%), Espírito Santo (12%) e Minas Gerais (15%). Enquanto a média de itens por cesta caiu 15% em São Paulo, ficando atrás somente do CE com queda de 18%.

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