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Índice de inadimplência dispara e 2018 sofre alta de 4,41%

Dezembro fecha com 62,6 milhões de pessoas no vermelho. É o maior aumento em 6 anos.

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e Serviço de Proteção ao Crédito (SPC ), divulgaram números desfavoráveis. Pois com o aumento da crise no país muitos entraram no vermelho.

De acordo com dados, dezembro de 2018 encerra com 62,6 milhões de brasileiros . Logo é um aumento de 4,41% comparado ao ano anterior. Pois o cenário do país de incerteza foi o principal responsável de muitas demissões e a falta de dinheiro.

Isso representa que 41% dos adultos no Brasil encontram-se com dívidas atrasadas. Assim sendo, estão desautorizados a usar o ou a fazer parceladas.

Perfil dos devedores

A pesquisa aponta que, entre as negativadas, 18 milhões pertencem a brasileiros na faixa etária de 30 a 39 anos. E no último mês do ano, 52% da classe possuía alguma em atraso. Logo cada fatia etária da população possui representantes.

Dentro do crescimento dos endividados o crescimento por faixa etária foi o seguinte:

  • 50% da população que tem 40 a 49 anos está endividada
  • 44% entre 25 a 29 anos
  • 32% entre 65 a 84 anos
  • 17% entre 18 a 24 anos
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O mesmo estudo afirma que, a região com maior aumento de inadimplentes foi o Sudeste, com 8,44%. E em seguida estão, Sul (1,8%), Nordeste (1,62%) e Norte (0,85%). Já o Centro-Oeste apresentou diminuição de 1,79%.

Esses índices correspondem à uma parcela de 26,65 milhões de sudestinos e 17,01 milhões de nordestinos. Além desse há também  8,3 milhões de sulistas, 5,64 milhões de nortistas e 5,01 milhões de centro-oestinos.

Expectativas para 2019

No entanto, apesar dos números desanimadores, a economista-chefe do SPC/Brasil, Marcela Kawauti, traz palavras de esperanças para o ano que se inicia. Pois de acordo com ela, é possível que o processo de recuperação acelere.

A posse do novo governo já alterou o interno e externo, valorizando o . Pois as atitudes e declarações dos novos ministros foram bem recebidas por investidores. Logo com uma nova onda de confiança, novos investimentos irão surgir e o emprego retomar, podendo assim mudar o quadro para 2020.

Marcela atribui suas expectativas devida a alta confiança dos brasileiros diante o governo . Logo que as boas perspectivas para as reformas estruturantes. Contudo para ela, são pontos capazes de levar ânimo aos agentes econômicos.

“Isso permitiria uma recuperação mais consistente do mercado de , melhorando o quadro da inadimplência como um todo”, justifica a economista-chefe.

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