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Magazine Luiza, Americanas e Renner disputam compra da Privalia

O “leilão” pela Privalia já começou. A companhia colocou sua operação a venda no Brasil, e a negociação vem chamando a atenção de muitas companhias do mercado. Confira agora mais detalhes!

Assim, a companhia está pedindo R$ 1 bilhão pelo negócio, cerca de 16 vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 2020. A companhia chegou a protocolar pedido de IPO na B3, em abril deste ano, mas suspendeu a oferta em julho, por conta da piora do ambiente de mercado.

Antes do IPO, teria iniciado conversas com algumas varejistas online para negociar a venda da operação, porém o processo não avançou. Além disso, a Privalia é uma plataforma de comércio eletrônico focada em flash sales, um modelo baseado em um ecossistema que conecta marcas renomadas a consumidores engajados, por meio de descontos e de uma experiência de compra diferenciada.

Assim, a companhia foi fundada em Barcelona em 2006, e iniciou suas operações no Brasil em 2008. Em 2016, foi adquirida pela varejista francesa Veepee, se tornando uma subsidiária integral, em um movimento que incluiu a operação brasileira. Além do segmento de moda, a Privalia opera em outros nove segmentos: pets, calçados, casa & decoração, kids, acessórios, esportes, vinho & gastronomia, beleza e eletrônicos.

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O “Leilão” pelas operações da Privalia

No terceiro trimestre, a receita líquida cresceu 7,1%, atingindo o montante de R$ 728,8 mil, com uma receita bruta de R$ 1,01 milhão. O Veepee, grupo francês que controla a Privalia, quer sair da operação já há algum tempo, tendo realizado a venda da Privalia no México para o grupo Axo.

Com o avanço das negociações, a companhia controladora deixaria de atuar em mercados emergentes, passando a controlar apenas o negócio na Europa, onde atua na Espanha, França e Itália. Assim, para vender o negócio no Brasil, a Privalia contratou o Itaú BBA, que vem apresentando as condições atuais do negócio a empresas interessadas. Empresas como Magazine Luiza, Mercado Livre, Americanas, Lojas Renner e Dafiti são compradores potenciais.

Assim, as Lojas Renner pode ser um potencial comprador do negócio, visto que está com caixa bastante reforçado para novas e grandes aquisições e tem planos de expandir o digital da companhia. A varejista apresentou bons resultados no terceiro trimestre, revelando um caixa líquido de R$ 2,42 bilhões, em razão da emissão de 102 milhões de novas ações, no valor de cerca de R$ 4 bilhões no segundo trimestre.

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Recentemente, o Magazine Luiza entrou no setor de moda, anunciando que há um plano de ação para o marketplace do grupo em andamento, que envolve a criação de uma marca própria de vestuário. Além disso, o forte aumento da competição no digital tem levado empresas já bastante consolidadas do setor, como Lojas Renner e Americanas, a buscarem parcerias e estudarem novos projetos de fusões e aquisições.

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