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Mais competitividade: aquisições e parcerias com startups são a grande aposta, revela pesquisa

Depois de um longo período de incertezas, retração nos negócios e adaptação a novos hábitos impostos pela do , os empresários brasileiros enfrentam agora – com o avanço da vacinação contra a e a perspectiva de retomada no crescimento da – o desafio de manterem suas empresas competitivas no .

Por isso, a Grant Thornton criou um estudo especialmente para o , a fim de identificar quais os cenários possíveis para a retomada plena das atividades de em diversos setores. Esse recorte faz parte da pesquisa global IBR que entrevistou cerca de 5 mil empresários em 32 países, para analisar o otimismo e as expectativas com relação à economia global para os próximos 12 meses.

Com relação ao posicionamento das empresas no mercado, 42% dos executivos brasileiros afirmaram – em questão de múltipla escolha – que planejam ter acesso a capital para crescer via instituição financeira, mesmo índice (42%) apontado na opção seguir com os . Para 39% dos entrevistados, os recursos virão de capital próprio, e 11% apostam em .

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Como manter a empresa competitiva no mercado nos próximos anos foi outra questão apresentada aos empresários, dos quais, 86% afirmaram que farão inovações e 12% consideram essa possibilidade. Entre as opções propostas, aliar a inovação com plano estratégico de negócios foi a que obteve o maior índice de respostas, com 63%, seguida pela implantação de um modelo de gerenciamento ágil, com 47%, e promoção de mudanças na cultura e na mentalidade da organização, com 43%.

Para 40% dos empresários, a busca por maior competitividade será feita por meio de investimentos em aquisições e parceria com startups, enquanto 31% optaram por motivar o intraempreendedorismo, e, finalmente, 27% disseram que investirão em diagnóstico e avaliação.

João Rafael Araújo, sócio líder de Transações da Grant Thornton Brasil, considera que o empresário brasileiro está entre os mais atentos às novas exigências de mercado, que virão com a retomada econômica pós-pandemia. “Os investimentos em inovação e crescimento das empresas são a única forma de se manterem competitivos em um cenário no qual a concorrência será cada vez mais acirrada, tanto pela entrada de novos players quanto pela nova forma de se fazer negócios, que vem amadurecendo ao longo da pandemia. Isto vale para qualquer setor de atuação”, afirma.

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