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Debêntures Notícias

Mater Dei (MATD3) vai arrecadar R$ 400 milhões com debêntures

  • A () anunciou ao mercado sua quarta emissão de ;
  • Assim, a companhia planeja arrecadar R$ 500 milhões com seus títulos de dívida.

 A Rede Mater Dei (MATD3) parece estar decidida a arrecadar mais capital. E para isso, a companhia anunciou ao mercado nesta manhã, que pretende realizar uma nova rodada de . Confira agora mais detalhes!

Os Debêntures da Mater Dei

Primeiramente, se você é um novo investidor, pode estar se perguntando: afinal, o que é uma debenture? Nós do Guia do Investidor temos essa preocupação, portanto, vamos explicar rapidamente este conceito.

Uma debenture, de forma resumida, é um título de dívida. Ou seja, investimento em debêntures nada mais é que um empréstimo para que não sejam uma instituição financeira ou uma instituição de crédito imobiliário. No entanto, ao invés de recorrer aos bancos e suas altas taxas para estes empréstimos, a companhia recorre aos do mercado de capitais.

Em outras palavras, funciona da seguinte forma: uma empresa necessita de uma quantidade de para fazer algum investimento de expansão dos negócios ou, até mesmo, pagar débitos. Dessa forma, em vez de procurar um empréstimo no banco (que costuma ter custos mais altos), ela lança debêntures no mercado para captar recursos.

Assim, neste contexto a companhia anuncia sua primeira emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, com esforços restritos.

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A rodada de captação deve lentar R$ 500 milhões aos cofres da empresa. Com emissão em série única e prazo de vencimento de sete anos (3/11/2028), a remuneração da debêntures será definida em procedimento de bookbuilding, limitada a taxa DI mais até 1,75%. Além disso, a empresa informou que os recursos obtidos com a emissão serão utilizados para reforço de caixa. O saldo será amortizado em duas parcelas anuais consecutivas, a partir do 6º ano, a contar da data de emissão, sendo o primeiro pagamento em 03 de novembro de 2027 e o último na data de vencimento.

Uma fusão entre Mater Dei (MATD3) e Kora Saúde (KRSA3)?

A gestora carioca Polo Capital, acionista da Rede Mater Dei (MATD3) Kora Saúde (KRSA3), argumenta que ambas as companhias deveriam se fundir. De acordo com a gestora a fusão criaria uma gigante capaz de protagonizar a consolidação do setor hospitalar no .

Dessa forma, em uma carta publicada no último sábado, a Polo Capital mostrou seus argumentos para sustentar sua colocação. Assim sendo, o primeiro ponto é que não haveria overlap, isto é, sobreposição de atuação regional. Afinal, Mater Dei possui 2.040 leitos em 7 hospitais em Minas Gerais, Bahia e Pará; enquanto que a Kora possui 1.632 leitos no Espírito Santo, Mato Grosso, Tocantins, Goiás, Distrito Federal e Fortaleza. Portanto, atuações complementares.

Desse modo, a fusão criaria uma companhia que chegaria próxima à terceira maior empresa do setor: a Dasa, com 2,7% de market share. O líder do mercado é a Rede D’Or, com 8% de market share, seguido pela empresa que surgirá da fusão entre Hapvida e Intermédica, com 6%.

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De acordo com a Polo Capital, a fusão poderia ocorrer por meio de uma simples troca de ações, ao passo que as duas empresas negociam a múltiplos semelhantes. Isto é, a Kora negocia a 15,1x EV/EBITDA e a Mater Dei a 14,4x. Além disso, a Polo argumenta com cálculos que a fusão poderia gerar R$ 200 milhões por ano em sinergias, considerando apenas redução de custos. Todavia, a gestora acredita que outras sinergias possam ocorrer, como por exemplo no relacionamento com fornecedores e na redução do funding cost.

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