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Sob Lula, Amazônia bate recorde de queimadas em 20 anos

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Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostraram o maior número de queimadas na Amazônia em um primeiro semestre dos últimos 20 anos.

No dia 01º de Julho, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgou dados que mostraram o maior número de queimadas na Amazônia em um primeiro semestre dos últimos 20 anos. Foram 13.489 queimadas, o que representa um aumento de mais de 61% em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo informações, desde que o INPE começou o monitoramento em 1998, apenas em outros dois anos o bioma amazônico teve mais mais incidentes no primeiro semestre: em 2004, com 17.340 queimadas, e em 2003, com 17.143 queimadas.

A Floresta Amazônica, ao contrário do Cerrado, não pega fogo naturalmente. Todos os focos de incêndio na região são antrópicos, ou seja, causados por ação humana. Entretanto, existem “estações de queima”, períodos em que as condições são mais propícias para o alastramento do fogo. Na maior parte da Amazônia, a estação de queima é entre agosto e outubro. No extremo norte do bioma, acima da linha do equador, o período é entre janeiro e março.

A pesquisadora do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Liana Anderson, explicou que a alta pode ter sido causada por diversos fatores acumulados. Um deles é que o período histórico de secas provocadas pelo El Niño no ano passado fragilizou a floresta, que está menos úmida e mais propícia ao alastramento do fogo.

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Liana apontou também que a borda que separa a floresta de uma área desmatada aumenta o risco de incêndios. “Quando uma pessoa coloca fogo no seu pasto para fazer o seu manejo, o fogo chega na borda e adentra a floresta. É como uma porta de entrada.”

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A situação está sendo preocupante, especialmente com a chegada do segundo semestre, a época de seca na região Norte.

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EUA e Suíça oficializam as primeiras doações ao Fundo Amazônia

Criado em 2008, o Fundo Amazônia, considerado a principal iniciativa internacional para redução das emissões de gases do aquecimento global e de preservação da floresta, recebeu formalmente esta semana as primeiras doações prometidas pelos Estados Unidos (EUA) e pela Suíça. Com isso, os dois países se associam à iniciativa, que tem 15 anos de existência e, até então, contava com aportes de Noruega e Alemanha, além da Petrobras.

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que é gestor do fundo, aprovou os contratos da Suíça, no valor de 5 milhões de francos suíços (cerca de R$ 30 milhões), e dos EUA, na quantia de US$ 3 milhões (cerca de R$ 15 milhões). Ao todo, as contribuições somam cerca de R$ 45 milhões. O governo suíço havia anunciado a adesão ao fundo em julho deste ano, durante um fórum de investimentos realizado em Brasília. Já a participação dos EUA era aguardada desde abril, quando o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou que o país pretende aplicar US$ 500 milhões no Fundo Amazônia nos próximos cinco anos.

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Desde que foi instituído, o Fundo Amazônia recebeu R$ 3,4 bilhões e financiou mais de 102 projetos de preservação da floresta e promoção de atividades sustentáveis na Amazônia, em um investimento total de R$ 1,75 bilhão. O mecanismo prevê o apoio não reembolsável a ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e de conservação e do uso sustentável da Amazônia Legal, ou ainda no desenvolvimento de sistemas de monitoramento e controle do desmatamento em outros biomas brasileiros ou países tropicais, no limite de até 20% dos recursos do fundo.

De acordo com o BNDES, citando avaliações de efetividade do fundo, os projetos já apoiados beneficiaram aproximadamente 241 mil pessoas com atividades produtivas sustentáveis, além de 101 terras indígenas na Amazônia e 196 unidades de conservação.


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