Vale a pena Investir em Fundos Imobiliários? Quanto rende?

Vale a pena Investir em Fundos Imobiliários? Quanto rende?

30 de janeiro de 2019 2 Por Diego Dias

Investidores mais conservadores geralmente optam por Fundos Imobiliários. Também pode ser uma boa opção para quem está ingressando no mercado.

Por ser uma opção de baixo investimento e com baixos riscos, os Fundos Imobiliários vêm chamando a atenção. Até mesmo investidores conservadores tem colocado capital na modalidade por apresentar baixos riscos.

Entretanto, apesar de ser uma forma de investimento com valor inicial baixo, o retorno é de médio a longo prazo. Por isso, antes de investir, é importante que se analise as características de cada fundo, visto que podem ser compostos.

De forma mais objetiva, quando se opta por Fundos Imobiliários, nada mais é do que adquirir parte de um imóvel. Assim, deve-se considerar todas as variáveis como se estivesse adquirindo um imóvel como um todo.

A seguir, iremos lhe demonstrar as vantagens e benefícios de se optar pelos Fundos Imobiliários. Como também lhe apresentaremos os riscos e dicas de como entrar nesse mercado.

Quanto rende os Fundos Imobiliários?

Apesar de se ter alguns riscos e ser um investimento com retorno de médio a longo, FII’s são bem rentáveis. Para se ter uma ideia, até o primeiro trimestre de 2018, a carteira da corretora Rico acumulava uma rentabilidade de 10,53%.

Em comparação à investimento de renda fixa como o CDI, os FII’s renderam cinco vezes mais. Portanto, para quem prefere arriscar mais, mas ter um retorno maior, é um investimento a se pensar.

Quais são os ricos de se investir em Fundos Imobiliários?

Mesmo sendo relativamente rentáveis, e com baixos riscos, eles ainda existem. Logo, é importante que se analise todas a variáveis caso você pretenda começar com o pé direito:

  • Perda de parte do valor investido: Da mesma forma que ao comprar um imóvel você corre o risco de desvalorização, com os FII’s não é diferente. Assim, caso precise vender a cota na baixa, poderá perder algum valor
  • Liquidez: Caso um FII não possua liquidez, pode ser que o investidor tenha que dar um desconto. Com o objetivo de liquidar o quanto antes o investimento, se necessário
  • Vacância dos imóveis: se o imóvel que compõe o fundo não estiver alugado, isso pode comprometer o rendimento
  • Inadimplência: da mesma forma que a vacância atrapalha o rendimento, com a inadimplência não é diferente. Logo, se o inquilino deixa de pagar o aluguel, o investidor não obterá retorno
  • Atraso das obras: fundos também são criados a fim de garantir os rendimentos durante a construção do empreendimento. Entretanto, pode ser que a obra atrase, e o fundo não consiga cobrir por muito tempo
  • Tributação: os rendimentos dos Fundos Imobiliários são tributados em caso de venda. Ou seja, caso o FII adquirido tenha valorizado, e você o venda, terá que pagar tributos.

Quais são as vantagens de se investir em Fundos Imobiliários?

Como todo tipo de negócio, há seus prós e seus contras. Apesar de todos os riscos demonstrados anteriormente, os Fundos Imobiliários possuem também várias vantagens:

  • Baixo valor de investimento: Se somar o valor de uma cota ao custo de corretagem, esse custo pode chegar a R$ 150,00. Pode ser que o valor seja ainda menor, caso opte por uma corretora taxa zero
  • Praticidade: Você não precisará procurar por inquilinos ou ainda compradores para os imóveis. Além de ficar isento de manutenção, documentos e afins. Tais tarefas ficam a cargo do prestador de serviço.
  • Valorização: Para se ter acesso aos valores atualizados do seu investimento, basta acompanhar a Bolsa de Valores. Posto que por ela são negociadas as cotas
  • Aumento dos aportes: o investidor pode aumentar o investimento de capital no fundo de forma gradativa. Com isso, ele possuirá um rendimento maior
  • Venda de parte das cotas: caso surja alguma emergência, o investidor não precisa vender o total de cotas. Assim, ele pode vender apenas uma parte e continuar a ter rendimentos
  • Diversificação: como os Fundos Imobiliários não exigem altos valores para se investir, o investidor pode optar por carteiras diferentes. Ou seja, com imóveis diferenciados, como comerciais ou residenciais
  • Isenção de impostos: O fundo que possuir mais de 50 cotistas, e nenhum deles possua mais que 10% das cotas, isentam do IRPF

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