
- Sabesp (SBSP3) reduz risco e fortalece tese de longo prazo
- Copasa (CSMG3) acelera com privatização e melhor momentum
- Itaú BBA mantém outperform e eleva preços-alvo
A redução do risco regulatório colocou Sabesp (SBSP3) e Copasa (CSMG3) em novas fases, segundo análise do Itaú BBA, que manteve recomendação de outperform para ambas.
Apesar disso, o banco avalia que os retornos não acontecem ao mesmo tempo, com a Sabesp mais atrativa no longo prazo e a Copasa com melhor tração imediata.
Sabesp consolida tese estrutural
A Sabesp (SBSP3) avançou com o primeiro reajuste tarifário após a privatização, movimento que reduziu incertezas regulatórias.
O reajuste autorizado foi de 6,8%, enquanto a companhia estima impacto efetivo de 10,6% sobre a tarifa anterior.
Com isso, o preço-alvo subiu para R$ 154,50, reforçando a visão positiva para o longo prazo.
Copasa ganha força com privatização
Já a Copasa (CSMG3) avançou no processo de privatização, agora em fase final de execução.
A aprovação do projeto reduziu riscos e impulsionou a percepção do mercado.
O preço-alvo foi elevado para R$ 55,90, com potencial ainda não totalmente precificado.
Momentos diferentes, mesma recomendação
Para o BBA, a Sabesp entrega previsibilidade e geração de valor ao longo do tempo.
Enquanto isso, a Copasa oferece gatilhos claros no curto prazo.
Assim, o banco mantém visão construtiva para as duas ações.