Bolsa em alta
Fechamento: Ibovespa encosta no recorde e Banco do Brasil rouba a cena; CPI dos EUA é o próximo gatilho
Investidores se animam com deflação no produtor americano, mas preferem esperar dados do consumidor antes de soltar a euforia.
Bolsa em alta
Investidores se animam com deflação no produtor americano, mas preferem esperar dados do consumidor antes de soltar a euforia.
Expectativa sem euforia
Especialistas dizem que ritmo da B3 será guiado pelo Fed e pelo Copom; investidores já projetam cortes de juros, mas em prazos diferentes no Brasil e nos EUA.
Sabia dessa?
Banco prevê Selic começando a cair em dezembro, na contramão do consenso. Se confirmado, efeito atinge dólar, bolsa e fluxo de capital estrangeiro.
Expectativas ajustadas
Estoques devem crescer até 2025, Opep pode inundar o mercado e barril abaixo de US$ 70 pressiona geração de caixa, capex e proventos das petroleiras brasileiras.
Nova frente
Ajustes discretos no balanço de tráfego e aeroportos mostram uma Motiva reposicionada para o ano de 2025, mas sem alarde público.
Mirando 2026
A ação negocia abaixo da média histórica; pipeline robusto e foco em prescrição sustentam a tese, mas o curto prazo ainda depende de estoques e geração de caixa.
Margens altas
Resultado surpreende analistas, faz a empresa disparar na Nyse e consolida posição à frente dos bancões tradicionais.
Boom da IA
Salto de mais de 20% nos BDRs no Brasil e 40% em NY muda o jogo na lista dos mais ricos; boom da IA alimenta corrida das big techs.
Acordo valioso
A Avelo Airlines encomendou 50 jatos da fabricante brasileira, com opção de dobrar o número; entregas começam em 2027.
Proventos agressivos
Mesmo com dividend yield de dois dígitos, analistas projetam pressão de investimentos na Margem Equatorial e risco de redução nos proventos nos próximos anos.