
- CDBs pagam acima de 100% do CDI mesmo com queda de juros.
- Papéis atrelados ao IPCA chegam a +9% ao ano.
- LCAs seguem atrativas pela isenção de IR.
Mesmo com a expectativa de queda da Selic, a renda fixa segue forte. Bancos continuam oferecendo taxas agressivas.
Além disso, dados da Quantum Finance mostram oportunidades relevantes. Com isso, o investidor ainda encontra retornos elevados.
CDBs seguem pagando alto
Os dados de fevereiro mostram CDBs acima de 100% do CDI. Além disso, há emissões com taxas ainda mais competitivas.
Alguns papéis atrelados à inflação chegam perto de IPCA + 9% ao ano. Portanto, o nível de retorno segue elevado.
Entre os emissores com taxas mais altas aparecem bancos médios. Assim, o investidor encontra prêmio maior fora dos grandes bancos.
LCAs continuam atrativas
As LCAs oferecem percentuais menores do CDI. Além disso, compensam com isenção de IR.
Na prática, o retorno líquido segue competitivo. Portanto, continuam fortes na carteira.
Segundo a análise, bancos como o Banco da Amazônia aparecem entre os destaques. Assim, o investidor encontra boas oportunidades.

O que muda com a queda da Selic
O mercado já espera início do ciclo de corte. Além disso, isso tende a reduzir as taxas no futuro.
Com isso, o momento atual favorece travar retornos. Portanto, há janela de oportunidade.
Por fim, bancos seguem competindo por captação. Assim, a renda fixa continua atrativa.