Dívida líquida diminui

CSN Mineração (CMIN3) reverte prejuízo e lucra R$ 222 milhões no 1º trimestre

Mineradora melhora resultado financeiro, reduz dívida líquida e mantém estabilidade operacional mesmo com pressão no minério de ferro.

csn mineracao cmin3 tem lucro 6 vezes maior do que o 1t20 1
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  • CSN Mineração (CMIN3) reverteu prejuízo e lucrou R$ 222 milhões.
  • Dívida líquida caiu para R$ 683 milhões no trimestre.
  • Mercado de minério seguiu equilibrado mesmo com pressão global.

A CSN Mineração (CMIN3) registrou lucro líquido de R$ 222 milhões no primeiro trimestre de 2026. O resultado reverte o prejuízo de R$ 357 milhões registrado no mesmo período do ano passado.

A companhia foi beneficiada principalmente pela melhora do resultado financeiro e pela estabilidade operacional no período.

Receita recua, mas operação segue resiliente

O Ebitda ajustado da CSN Mineração (CMIN3) somou R$ 1,42 bilhão, leve queda de 0,5% na comparação anual.

Já a receita líquida atingiu R$ 3,165 bilhões, recuo de 7,2% frente ao primeiro trimestre de 2025.

As vendas de minério de ferro permaneceram praticamente estáveis, em 9,636 milhões de toneladas.

Segundo a companhia, o mercado global de minério operou em ambiente equilibrado, sustentado pela recomposição de estoques das siderúrgicas chinesas e por uma oferta global mais disciplinada.

Dívida cai e investimentos seguem avançando

A dívida líquida da CSN Mineração (CMIN3) caiu 5,8% frente ao trimestre anterior, encerrando março em R$ 683 milhões.

A alavancagem permaneceu estável em apenas 0,11 vez Dívida Líquida/Ebitda, um dos indicadores mais baixos do setor.

O resultado financeiro negativo caiu mais de 52%, ajudando diretamente a reversão do prejuízo.

Além disso, a empresa destacou avanços em projetos estruturantes, incluindo obras da P15 e melhorias de eficiência operacional, mesmo com redução pontual do capex durante o período chuvoso.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.