
- Copasa (CSMG3) entra no Ibovespa com peso de 0,348%
- Vale, Itaú e Petrobras seguem dominando o índice
- CVC (CVCB3) deixa a carteira a partir de janeiro de 2026
A B3 confirmou as mudanças na carteira teórica do Ibovespa para o início de 2026, válida de 5 de janeiro a abril. A nova composição marca a entrada da Copasa (CSMG3) e a saída da CVC (CVCB3), segundo a terceira e última prévia divulgada em 23 de dezembro.
A atualização passa a valer já no primeiro pregão útil de janeiro e reflete critérios técnicos de liquidez, presença em pregão e volume negociado.
Copasa entra e CVC deixa o índice
A Copasa (CSMG3) passa a integrar o Ibovespa com peso de 0,348%.
Nesse sentido, a inclusão ocorre em meio ao processo de privatização da estatal mineira, que elevou o interesse do mercado pelas ações.
Enquanto isso, a CVC (CVCB3) deixa a carteira após perder relevância nos critérios de negociabilidade exigidos pela B3.
Com isso, o índice ajusta sua composição para refletir os papéis mais líquidos da Bolsa.
Ações com maior peso no Ibovespa
Mesmo com a mudança, os líderes do índice seguem concentrados em grandes empresas. Os cinco ativos com maior peso na nova carteira são:
Ademais, a Vale ON (VALE3) lidera, seguida por Itaú Unibanco PN (ITUB4), Petrobras PN (PETR4), Petrobras ON (PETR3) e Bradesco PN (BBDC4).
Portanto, esses papéis continuam determinando boa parte do desempenho diário do Ibovespa.
Regras para entrar no índice
Para integrar a carteira do Ibovespa, a empresa precisa cumprir critérios objetivos definidos pela B3.
Entre eles, o papel deve estar presente em pelo menos 95% dos pregões do período analisado e responder por ao menos 0,1% do volume financeiro do mercado à vista.
Além disso, a ação precisa figurar entre os 85% mais negociados pelo Índice de Negociabilidade e não pode ser penny stock, ou seja, cotada abaixo de R$ 1.