Demanda externa

SUZB3 e KLBN11 sobem enquanto Bolsa cai e setor chama atenção do mercado

Falta de oferta global de celulose sustenta preços e mantém empresas brasileiras no radar.

Crédito: Depositphotos.
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  • SUZB3, KLBN11 e RANI3 se destacam no pregão
  • Oferta global de celulose preocupa mercado
  • Brasil ganha competitividade internacional

Mesmo com o Ibovespa pressionado pelo cenário externo, o setor de papel e celulose abriu o mês em destaque. As ações da Suzano (SUZB3), Klabin (KLBN11) e Irani (RANI3) chegaram a subir no início do pregão.

O movimento ocorre enquanto investidores buscam empresas menos sensíveis ao ciclo econômico e mais ligadas ao mercado externo.

O que está acontecendo no mundo

Analistas apontam que a preocupação com oferta global voltou ao radar após mudanças regulatórias na Indonésia.

Além disso, a revogação de licenças florestais pode reduzir a disponibilidade de madeira e, consequentemente, a produção de celulose.

Assim, produtores sul-americanos passaram a ter maior poder de barganha internacional.

Por que o Brasil se beneficia

Empresas brasileiras possuem vantagem competitiva em custo e produtividade florestal.

Ao mesmo tempo, grandes compradores asiáticos passaram a adquirir mais celulose da América do Sul.

Portanto, o setor tende a manter preços firmes mesmo com volatilidade econômica global.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.