
Nesta terça-feira (25), o Bitcoin deu uma “desanimada” depois de ter subido na segunda-feira. É como se a criptomoeda estivesse em uma montanha-russa, subindo e descendo sem parar.
Na segunda-feira, o Bitcoin subiu porque os investidores ficaram otimistas com a possibilidade de o presidente Donald Trump aliviar as tarifas que os EUA iam impor a outros países. Trump chegou a dizer que poderia haver “flexibilidade” e “pausas” nas tarifas.
Mas a alegria durou pouco. Logo depois, Trump avisou que vai anunciar novas tarifas nos próximos dias, e que essas tarifas podem afetar os países que compram petróleo da Venezuela.
Resultado: o Bitcoin voltou a cair. Segundo Beto Fernandes, da Foxbit, o mercado ainda não sabe o que esperar de Trump. “Até agora, o mercado não conseguiu separar quais discursos podem, de fato, se tornar ações concretas.”
Stablecoin “Made in USA” e ouro por Bitcoin?
Enquanto isso, no mundo das criptomoedas, tem novidade! A World Liberty Financial, um projeto ligado a Trump e sua família, anunciou que vai lançar uma nova stablecoin (aquelas criptomoedas que valem o mesmo que o dólar). A diferença é que essa stablecoin será apoiada pela dívida do governo dos EUA.
E tem mais: Bo Hines, um “chefão” do governo Trump, sugeriu que os EUA podem usar os lucros das reservas de ouro do país para comprar mais Bitcoin. É como se o governo estivesse dizendo: “Vamos trocar ouro por Bitcoin!”.
Até o Fundo Monetário Internacional (FMI), que costuma ser “careta”, está reconhecendo o Bitcoin. O FMI passou a classificar o Bitcoin como um “ativo não financeiro não produzido”. Ou seja, o Bitcoin tem valor, mas não é gerado pela economia, como o dinheiro ou as ações de empresas.
Os investidores também estão de olho no acordo de cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia no Mar Negro. A Casa Branca disse que vai ajudar a Rússia a voltar ao mercado mundial, mas a situação ainda é incerta.