Aquisição

Energisa (ENGI11) fecha acordo bilionário e tira Itaú de vez da EPM

Elétrica desembolsa mais de R$ 1 bi e passa a deter 100% da subsidiária.

energisa GDI 1
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  • Energisa (ENGI11) paga R$ 1,034 bilhão por participação do Itaú (ITUB4) na EPM.
  • Estrutura societária fica mais simples, com saída do banco da operação.
  • Companhia passa a deter 100% da EPM, que concentra participações do grupo.

A Energisa (ENGI11) concluiu a compra da totalidade das ações preferenciais da Energisa Participações Minoritárias (EPM) que estavam nas mãos do Itaú Unibanco (ITUB4). A operação envolveu pagamento à vista de R$ 1,034 bilhão.

Com a transação, a companhia passa a controlar 100% do capital social da EPM, marcando a saída definitiva do Itaú da estrutura acionária do veículo de participações do grupo.

Estrutura e impacto da operação

A EPM atua como holding de participações minoritárias em empresas do Grupo Energisa. Portanto, a recompra simplifica a estrutura societária e centraliza o controle dessas participações na controladora.

Além disso, o movimento elimina a presença de acionista minoritário financeiro na EPM, o que tende a reduzir complexidade e potenciais conflitos de governança.

Por fim, o pagamento integral à vista reforça a leitura de posição financeira sólida da Energisa e confiança na geração de caixa do grupo.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.