
- Acionista propõe aporte de R$ 500 milhões na Oncoclínicas (ONCO3).
- Fundo pede destituição do conselho e nova eleição.
- Empresa avalia proposta em meio a negociações com Porto (PSSA3).
A Oncoclínicas (ONCO3) entrou em um novo capítulo de tensão após o fundo MAK Capital propor um aporte de R$ 500 milhões na companhia. A proposta, no entanto, vem condicionada a mudanças profundas na governança.
Além disso, o acionista, que detém cerca de 6,3% do capital, solicitou a convocação de uma assembleia geral extraordinária (AGE) para discutir a situação financeira da empresa.
Proposta inclui troca completa do conselho
O fundo defende a destituição total do conselho de administração, além da eleição de novos membros.
Também propõe a indicação de um novo presidente e vice-presidente do conselho, o que representaria uma mudança estrutural na companhia.
Assim, o movimento eleva a pressão interna e aumenta a incerteza no curto prazo.
Aporte mira reestruturação financeira
O investimento de R$ 500 milhões estaria ligado à necessidade de reforçar a estrutura de capital.
A AGE também deve discutir medidas como repactuação de dívidas e proteção da operação, indicando um momento sensível para a empresa.
Além disso, a companhia já negocia com a Porto Seguro (PSSA3), o que adiciona mais complexidade ao cenário.
Empresa avalia próximos passos
A Oncoclínicas (ONCO3) informou que analisará a regularidade da solicitação antes de qualquer deliberação.
Com isso, o desfecho ainda depende de avaliação interna e possível aprovação dos acionistas.
Dessa forma, o caso deve seguir no radar do mercado nos próximos dias.