
- Ações seguem como ativo mais buscado no Brasil
- Renda fixa ganha espaço com juros altos
- Petrobras, PRIO3 e RECV3 lideram ganhos no mês
O interesse por renda fixa cresceu em meio à guerra entre Estados Unidos e Irã. Ainda assim, as ações continuaram liderando as buscas de investidores no Brasil, segundo levantamento da Yubb.
Mesmo com o cenário mais incerto, a bolsa manteve protagonismo entre os ativos mais procurados.
Renda fixa ganha espaço
O ambiente de risco elevou o apetite por ativos conservadores. Nesse contexto, CDBs, Tesouro Direto e LCIs/LCAs avançaram no ranking de buscas.
Além disso, o aumento da inflação e dos juros favoreceu esses produtos. Como resultado, investidores passaram a buscar maior previsibilidade.
Esse movimento reflete a busca por proteção em um cenário mais turbulento.
Ações seguem no topo
Apesar da pressão, as ações continuaram como o investimento mais buscado. Ao mesmo tempo, o desempenho da bolsa foi relativamente resiliente.
O Ibovespa caiu apenas 0,70% em março, indicando que o impacto da guerra foi limitado.
Além disso, empresas ligadas ao petróleo se destacaram, acompanhando a alta da commodity.
Destaques do mercado
As ações da Petrobras (PETR3; PETR4) dispararam mais de 26% e 23%, respectivamente. Já a Prio (PRIO3) subiu mais de 21%, enquanto a PetroRecôncavo (RECV3) avançou quase 14%.
Com isso, o setor de energia puxou parte relevante dos ganhos na bolsa.
Portanto, mesmo com maior interesse por renda fixa, o investidor segue atento às oportunidades na renda variável.