
- Família passa a deter 51,39% da Hapvida (HAPV3)
- Venda de ativos pode gerar até R$ 800 milhões
- Desafios estruturais da companhia permanecem
A Hapvida (HAPV3) teve aumento relevante de controle. Assim, a família controladora passou a deter 51,39% do capital, reforçando o comando da companhia.
Além disso, o movimento ocorre em meio a discussões estratégicas. Portanto, investidores acompanham possíveis mudanças na governança e na alocação de capital.
Venda de ativos entra no radar
A companhia avalia um possível desinvestimento no Sul. Dessa forma, ativos como Clinipam e CCG podem entrar em negociação.
Além disso, esses ativos geraram cerca de R$ 1,3 bilhão em receita e R$ 72 milhões de EBITDA em 2025. Assim, apresentam margens relativamente baixas.
Enquanto isso, o Itaú BBA estima que a venda pode gerar entre R$ 500 milhões e R$ 800 milhões. Portanto, haveria reforço de caixa.
Impacto é limitado no longo prazo
Apesar do possível ganho financeiro, o efeito estrutural é limitado. Dessa forma, os principais desafios seguem concentrados em outras regiões.
Além disso, questões como margem, churn e geração de caixa permanecem pressionadas. Assim, a venda não resolve os problemas centrais.
Por fim, o banco mantém recomendação neutra, com preço-alvo de R$ 15. Portanto, o cenário segue equilibrado para o papel.