
- MOVI3 não deve expandir frota em 2026.
- Juros altos e cenário global pressionam decisão.
- Empresa foca em eficiência e geração de caixa.
A Movida (MOVI3) sinalizou que não pretende expandir sua frota de veículos em 2026, adotando postura mais cautelosa diante do cenário macroeconômico.
Além disso, o CEO Gustavo Moscatelli destacou que a decisão reflete o ambiente de juros elevados e incertezas globais, que impactam diretamente o custo de capital.
Juros altos travam crescimento
A companhia avalia que a Selic deve cair mais lentamente do que o esperado, principalmente por conta das tensões no Oriente Médio.
Com isso, o custo de financiamento permanece elevado, o que reduz o incentivo para expansão da frota.
Assim, a Movida prioriza eficiência e preservação de caixa no curto prazo.
Estratégia muda foco para rentabilidade
Ao invés de crescer, a empresa deve concentrar esforços em melhorar margens e otimizar a operação.
Além disso, a gestão busca manter disciplina na alocação de capital em um cenário ainda desafiador.
Dessa forma, a estratégia reflete uma abordagem mais defensiva para atravessar o ciclo econômico.
Setor pode sentir impacto
O movimento da Movida (MOVI3) pode sinalizar tendência para outras locadoras, que também enfrentam pressão de juros.
Com isso, o crescimento do setor pode desacelerar no curto prazo.
Ainda assim, o mercado seguirá atento à evolução dos juros para reavaliar o ritmo de expansão.