
- Vivara (VIVA3) sofre com alta do ouro e da prata
- Empresa ajusta preços e otimiza produtos para proteger margens
- Bancos mantêm compra, mas reduzem preço-alvo
A Vivara (VIVA3) enfrenta pressão após a forte alta do ouro e da prata, mas analistas seguem confiantes. Assim, apesar do cenário desafiador, casas como XP e Itaú BBA mantêm recomendação de compra.
Além disso, os preços dos metais dispararam nos últimos 12 meses. Portanto, o ouro subiu cerca de 50% e a prata acumulou alta próxima de 130%, pressionando custos.
Margens pressionadas, mas controladas
O mercado já precifica uma compressão de margem em 2026. Dessa forma, a alta dos insumos impacta diretamente o custo dos produtos.
Além disso, a companhia já iniciou reajustes de preços. Assim, testa a elasticidade da demanda sem comprometer volumes.
Enquanto isso, analistas veem sinais positivos. A categoria de ouro mostra boa resposta dos consumidores, o que ajuda a sustentar resultados.
Estratégia sustenta tese
A Vivara aposta em alavancas para mitigar custos. Portanto, a empresa ajusta o peso das peças e otimiza sua produção própria.
Além disso, pode usar ligas alternativas para reduzir custos. Dessa forma, mantém competitividade mesmo com insumos mais caros.
Por fim, bancos reduziram preço-alvo, mas mantiveram recomendação. O Itaú BBA projeta R$ 36, enquanto a XP Inc. estima R$ 38.