Projeções

XP revela favoritas no setor elétrico: Axia (AXIA3), Copel (CPLE3), Engie (EGIE3) e Auren (AURE3) estão na lista

Relatório mantém recomendações, mas destaca fatores diferentes para cada empresa em 2026.

Crédito: Depositphotos
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  • XP mantém compra para Axia (AXIA3) e Copel (CPLE3) e neutra para Engie (EGIE3) e Auren (AURE3).
  • Preços-alvo indicam potencial, mas com gatilhos diferentes por empresa.
  • Setor segue positivo, porém mais dependente de fatores individuais.

A XP Investimentos revisou suas projeções para o setor elétrico e reforçou quais ações devem se destacar. Entre os nomes, Axia (AXIA3) e Copel (CPLE3) seguem como compra, enquanto Engie (EGIE3) e Auren (AURE3) permanecem neutras.

Ao mesmo tempo, a casa atualizou os preços-alvo para 2026. Com isso, o mercado passa a observar os gatilhos específicos de cada empresa dentro de um cenário ainda positivo para energia.

Preços-alvo e visão para o setor

A XP projeta R$ 63,3 para Axia, R$ 17 para Copel, R$ 13,8 para Auren e R$ 31,5 para Engie até o fim de 2026.

Além disso, os analistas ajustaram as premissas de preços de energia para mais perto do consenso de mercado. Portanto, a tese central do setor segue positiva, mesmo com mudanças pontuais.

Com isso, o foco deixa de ser apenas o cenário macro. Assim, cada empresa passa a depender mais de seus próprios catalisadores.

Axia e Copel lideram preferência

A Axia (AXIA3) pode ganhar destaque no curto prazo. Isso porque a empresa tende a se beneficiar mais do comportamento imediato da commodity de energia.

Além disso, a companhia combina lucros em alta, múltiplos atrativos e baixa correlação com outros temas, o que chama atenção dos investidores.

Enquanto isso, a Copel (CPLE3) pode gerar valor com revisão tarifária e dividendos. Portanto, a empresa segue como uma das apostas para 2026.

Engie e Auren enfrentam cenário mais difícil

Por outro lado, a Engie (EGIE3) não apresenta gatilhos relevantes no curto prazo. A companhia depende de eventos específicos, como a transferência de Jirau.

Além disso, a Auren (AURE3) enfrenta um cenário mais desafiador. A empresa está vendida em energia, com pressão operacional e queda nas estimativas de Ebitda.

Com isso, as duas companhias seguem com recomendação neutra. Assim, o desempenho deve depender da execução ao longo do ano.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.