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Após segunda "sangrenta", Ibovespa volta a crescer nesta manhã

Foto/Reprodução GDI
Foto/Reprodução GDI

O mercado de ações não estava para brincadeiras no primeiro pregão da semana. A aversão ao risco global, com cenários inflacionários indicando altas nas taxas de juros ao redor do globo espantaram os investidores do mercado, e as principais ações e índices do mercado não resistiram na segunda-feira. No entanto, a abertura do mercado de hoje parece indicar que o movimento de liquidação já está passando.

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Na véspera, o principal índice da Bolsa brasileira registrou desvalorização de 2,73%, com os mercados pressionados pela covid na China e preocupações com a crescente inflação nos Estados Unidos.

Isso numa semana em que o banco central norte-americano vai anunciar provável nova elevação dos custos dos empréstimos com algumas casas apostando em incremento de 0,75 ponto percentual, acima da taxa de consenso de 0,50 ponto.

O Brasil anuncia também na quarta sua decisão de juros, com aumento previsto de 0,50 ponto percentual da Selic, que iria a 13,25% ao ano.

Nesta terça, o mercado repercute ainda os preços ao produtor nos EUA, que subiram com força em maio diante do salto no custo de energia – sugerindo que a inflação pode permanecer elevada por algum tempo.

O índice de preços ao produtor para a demanda final aumentou 0,8% no mês passado, após avanço de 0,4% em abril, disse o Departamento do Trabalho nesta terça-feira. Nos 12 meses até maio, o índice subiu 10,8%, de 10,9% em abril.