
- Tenda (TEND3) é a principal aposta do JPMorgan no setor
- Lucro conservador e melhora da Alea reforçam a tese
- Banco vê 64% de valorização até dezembro de 2026
O JP Morgan apontou a Tenda (TEND3) como sua principal escolha entre as construtoras brasileiras, ao reiterar recomendação overweight e elevar o preço-alvo para R$ 39 até dezembro de 2026.
Segundo o banco, a ação combina forte exposição ao Minha Casa Minha Vida, avaliação atrativa e espaço relevante para revisão positiva de lucros.
Valuation segue como principal gatilho
A Tenda (TEND3) negocia a cerca de 5,0 vezes o lucro estimado para 2026, nível inferior ao de seus pares do segmento de baixa renda. Esse desconto sustenta a tese de valorização.
Além disso, o JPMorgan vê potencial de alta de 64%, mesmo considerando um cenário conservador para custos e provisões operacionais.
Portanto, o guidance de lucro para 2026, entre R$ 520 milhões e R$ 600 milhões, é tratado como prudente, abrindo espaço para surpresas positivas.
Alea pode deixar de pressionar resultados
Outro ponto citado é a expectativa de redução gradual das perdas da Alea ao longo de 2026, o que tende a melhorar a geração de caixa consolidada.
Com isso, o banco reforça que a assimetria risco-retorno permanece favorável.
Por fim, essa expectativa se dá especialmente em um ambiente de queda de juros.