
- Produção de janeiro ficou em 155,6 mil boepd, praticamente estável frente a dezembro.
- Vendas caíram para 4,09 milhões de barris, após pico de 4,57 milhões em dezembro.
- Peregrino segue como principal motor, apesar da normalização mensal nos volumes vendidos.
A PRIO (PRIO3) encerrou janeiro de 2026 com produção média de 155,6 mil boepd, praticamente estável em relação a dezembro de 2025, quando havia registrado 155,8 mil boepd, segundo dados operacionais preliminares divulgados pela companhia.
Apesar da resiliência operacional, as vendas de óleo recuaram na comparação mensal, refletindo uma normalização após volumes excepcionalmente elevados no fim do ano passado, especialmente em Peregrino.
Produção segue firme, com mudança no mix

Em dezembro, a produção foi impulsionada pelo campo de Peregrino, que entregou 82,2 mil boepd, contribuindo para o maior volume mensal de 2025. Já em janeiro, Peregrino manteve patamar elevado, com 82,5 mil boepd, sustentando o total do portfólio.
O campo de Frade, por outro lado, apresentou queda relevante, passando de 31,7 mil boepd em dezembro para 29,9 mil boepd em janeiro, após uma falha pontual no sistema de geração de energia, normalizada no mesmo dia.
Já o cluster Polvo + TBMT avançou na margem, enquanto Albacora Leste manteve produção estável, reforçando a diversificação operacional da companhia no início de 2026.
Vendas recuam após pico de dezembro

As vendas totais de óleo somaram 4,09 milhões de barris em janeiro, abaixo dos 4,57 milhões de barris registrados em dezembro, uma queda próxima de 11% na comparação mensal.
Em dezembro, o forte volume vendido em Peregrino, com 2,97 milhões de barris, inflou o resultado do mês. Em janeiro, as vendas do campo recuaram para 1,99 milhão de barris, explicando grande parte da desaceleração.
Mesmo com a queda mensal, o nível de vendas segue elevado em termos históricos, sustentado pela maior participação da PRIO em Peregrino após a conclusão da aquisição.