
- Bitcoin segue entre os mais recomendados, apesar da queda superior a 40% desde o pico
- Volatilidade deve marcar fevereiro, com atenção a dados macro e liquidez
- Carteiras indicam Bitcoin, Ethereum, Solana, Hyperliquid, XRP e Tether Gold
O Bitcoin voltou ao centro das atenções após forte correção e segue entre as criptomoedas mais recomendadas para fevereiro, mesmo operando abaixo dos US$ 70 mil. A queda já supera 40% desde o pico de outubro, em um ambiente global de maior aversão ao risco.
Ainda assim, especialistas avaliam que o movimento reflete reajuste de mercado, não um colapso estrutural. Para fevereiro, a expectativa é de volatilidade elevada, com foco em liquidez e seletividade.
Por que o mercado segue cauteloso
Analistas apontam que o comportamento do Bitcoin continua sensível a dados macroeconômicos globais. Com isso, oscilações devem persistir ao longo do mês, afetando todo o mercado cripto.
Mesmo nesse cenário, o Bitcoin mantém liquidez elevada, papel de reserva de valor digital e forte interesse institucional, fatores que sustentam sua presença nas carteiras recomendadas.
Além disso, cresce a busca por ativos defensivos, como stablecoins, que ganham espaço como instrumentos de proteção e eficiência operacional em períodos de estresse.
As 6 criptomoedas mais indicadas
Levantamento com exchanges e casas de análise mostra recomendações concentradas em Bitcoin, Ethereum e Solana, além de apostas táticas. O destaque positivo recente fica para Hyperliquid, enquanto Tether Gold (XAUt) aparece como alternativa ligada ao ouro.
Entre os argumentos, pesam infraestrutura de DeFi, possível avanço de ETFs, adoção institucional e soluções focadas em liquidez. Já no caso do XAUt, o apelo está na proteção em cenários voláteis.
Em suma, as recomendações indicam que fevereiro deve exigir gestão ativa de risco, com equilíbrio entre ativos de crescimento e instrumentos mais defensivos.