
- Vale (VALE3) enfrenta ação do MPF sobre trecho da Estrada de Ferro Carajás
- Pedido envolve 16 km da segunda linha da ferrovia em Bom Jesus do Tocantins
- Mineradora afirma que não vê impacto operacional relevante neste momento
A Vale (VALE3) informou que tomou conhecimento de uma ação movida pelo Ministério Público Federal (MPF) que pede à Justiça a suspensão da operação de parte da Estrada de Ferro Carajás (EFC).
Segundo a companhia, o processo envolve um trecho de 16 quilômetros da segunda linha da ferrovia, localizado no município de Bom Jesus do Tocantins (PA).
Vale afirma que operação segue sem impacto
A Vale (VALE3) declarou que não vê impacto operacional relevante neste momento. A empresa afirmou que suas operações continuam normalmente enquanto o processo segue na Justiça.
Além disso, a mineradora explicou que já se manifestou no processo. Agora, a companhia prepara os próximos passos jurídicos para apresentar sua defesa.
Enquanto isso, a empresa acompanha o andamento da ação. A companhia reforçou que irá defender sua posição nos canais legais apropriados.
Ferrovia é peça-chave para a logística do minério
A Estrada de Ferro Carajás tem papel central na logística da Vale (VALE3). A ferrovia transporta minério do complexo de Carajás, no Pará, até o terminal portuário de Ponta da Madeira, no Maranhão.
Esse corredor logístico movimenta uma parcela relevante das exportações de minério da companhia. Por isso, qualquer discussão sobre a ferrovia costuma chamar atenção do mercado.
Mesmo assim, a Vale (VALE3) reforçou que o processo não altera suas operações neste momento e que a companhia continuará acompanhando o caso.