Papéis em baixa

Embraer (EMBJ3) cai na Bolsa mesmo após balanço forte e elogios de Goldman e JP Morgan

Resultados superam previsões e bancos mantêm recomendação de compra, mas ação recua no pregão.

REUTERS/Roosevelt Cassio/Foto de arquivo
REUTERS/Roosevelt Cassio/Foto de arquivo
  • Embraer (EMBJ3) cai cerca de 2% mesmo após balanço positivo
  • Receita e Ebitda vieram 4% acima do consenso, segundo o Goldman Sachs
  • JP Morgan mantém recomendação de compra com preço-alvo de R$ 108

A Embraer (EMBJ3) registrava queda de cerca de 2,3% na Bolsa na manhã desta sexta-feira (6), mesmo após divulgar resultados considerados sólidos no 4º trimestre de 2025.

Por volta das 10h40, as ações da fabricante de aeronaves eram negociadas a R$ 85,09, enquanto analistas reforçavam a visão positiva sobre a companhia.

Bancos destacam geração de caixa forte

O Goldman Sachs classificou os resultados da Embraer (EMBJ3) como sólidos, destacando que receita e Ebitda vieram cerca de 4% acima do consenso do mercado.

Além disso, o fluxo de caixa livre ajustado alcançou US$ 738 milhões, superando as estimativas dos analistas.

O JP Morgan também ressaltou a forte geração de caixa, que levou a companhia a encerrar o período com posição líquida de caixa positiva.

Parcerias podem impulsionar novos pedidos

Analistas apontam que as parcerias estratégicas da Embraer (EMBJ3) podem gerar novas encomendas relevantes nos próximos anos.

Ademais, no segmento de defesa, a cooperação com a Mahindra pode resultar em pedidos de 40 a 80 aeronaves.

Por fim, na aviação comercial, a parceria com o grupo indiano Adani para o E175 pode gerar encomendas a partir de 2026, com entregas previstas a partir de 2028.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.