
- Brent sobe forte e chega perto de US$ 110 com guerra no Oriente Médio.
- Citi projeta petróleo entre US$ 110 e US$ 120 no curto prazo.
- Risco no Estreito de Hormuz mantém pressão sobre preços.
O petróleo voltou a subir com força nesta quarta-feira, impulsionado pela escalada da guerra no Oriente Médio. O Brent chegou a bater US$ 109 por barril, enquanto o mercado reage a novos ataques e ameaças do Irã.
Ao mesmo tempo, investidores monitoram possíveis medidas dos Estados Unidos para conter os preços dos combustíveis. Com isso, o mercado segue volátil.
Brent sobe forte com guerra
O Brent fechou em alta de 3,83%, a US$ 107,38, após oscilar ao longo do dia. Já o WTI caiu levemente 0,07%, a US$ 95,46.
Além disso, o petróleo chegou a cair 3% durante a madrugada. Porém, o cenário mudou rapidamente com novas tensões no Oriente Médio.
Enquanto isso, Israel intensificou ataques contra o Irã. Em resposta, o país ameaçou atingir instalações petrolíferas no Golfo.
Risco global mantém pressão
A escalada do conflito elevou o risco sobre a oferta global. Além disso, o foco segue no Estreito de Ormuz, rota-chave para o petróleo mundial.
Ao mesmo tempo, analistas apontam que ataques recentes aumentam a chance de novas retaliações. Portanto, o risco de interrupção no fluxo segue elevado.
Assim, o mercado reage com alta volatilidade e preços mais altos.
Citi vê petróleo até US$ 120
O Citi elevou suas projeções e passou a ver o Brent entre US$ 110 e US$ 120 no curto prazo.
Além disso, o banco estima 50% de chance de interrupções no fluxo por até seis semanas. Portanto, o cenário reforça a pressão sobre os preços.
Enquanto isso, os EUA estudam medidas para conter a gasolina. Com isso, o governo tenta reduzir os impactos internos.