
- Usiminas (USIM5) prioriza corte de custos e eficiência com novo CFO.
- Empresa evita novos projetos e foca na execução dos atuais.
- Cenário do aço segue desafiador e pressiona estratégia da companhia.
A Usiminas (USIM5) iniciou uma nova fase após a chegada do CFO Diego Garcia, que colocou a redução de custos e disciplina operacional como prioridade. O executivo sinalizou uma mudança clara na estratégia da companhia.
Ao mesmo tempo, a empresa enfrenta um cenário desafiador no setor de aço. Com isso, a gestão busca aumentar eficiência e proteger margens diante das pressões do mercado.
Foco em eficiência e execução
A nova gestão da Usiminas (USIM5) pretende priorizar a execução dos projetos já em andamento. Além disso, a companhia evita assumir novos compromissos neste momento.
Enquanto isso, a empresa revisa contratos com fornecedores e busca ganhos na produtividade. Portanto, todas as alavancas operacionais entram no radar para redução de custos.
Além disso, medidas como antidumping podem ajudar a sustentar preços no mercado interno. Ainda assim, fatores externos seguem no radar da companhia.
Custos e investimentos no radar
O aumento recente do frete global pode pressionar custos no médio prazo. No entanto, a Usiminas (USIM5) possui contratos garantidos até 2026, o que reduz impactos imediatos.
Além disso, a empresa mantém postura conservadora na alocação de capital. Portanto, a prioridade segue na conclusão de projetos e preservação do balanço.
Com isso, dividendos continuam na estratégia, enquanto recompras ficam em segundo plano. Assim, a companhia foca em eficiência e solidez financeira.