
- XP lança LFTX11 e LTBX11 focados em renda fixa
- Fundos prometem reduzir volatilidade de juros e inflação
- Indústria de ETFs cresce rápido e ainda tem espaço no Brasil
A XP Asset entrou de vez na disputa por espaço na renda fixa. A gestora lançou dois ETFs, LFTX11 e LTBX11, com foco em reduzir a volatilidade causada por juros e inflação.
Além disso, os produtos chegam em um momento de expansão acelerada da indústria. Portanto, a estratégia vai além do cenário econômico e mira o crescimento estrutural dos ETFs no Brasil.
ETFs ganham espaço e XP acelera estratégia
O mercado de ETFs no Brasil ainda é pequeno, mas cresce rápido. Hoje, representa cerca de R$ 107 bilhões, dentro de uma indústria de R$ 10 trilhões.
Além disso, a renda fixa já superou a renda variável dentro desse segmento. Isso reforça a mudança de comportamento do investidor.
Nesse cenário, a XP aposta na expansão da categoria. Assim, busca consolidar sua presença em produtos indexados e atrair novos investidores.
LFTX11 e LTBX11 focam em proteção e estabilidade
O LFTX11 replica títulos pós-fixados atrelados ao Tesouro Selic. Portanto, acompanha o CDI e reduz a volatilidade de spreads no mercado de juros.
Já o LTBX11 combina proteção com diversificação. O fundo aloca 92% em LFTs e 8% em NTN-Bs, que protegem contra a inflação.
Além disso, o produto tem um diferencial relevante. A tributação é fixa em 15%, o que pode aumentar a eficiência no longo prazo.
Crescimento dos ETFs ainda tem longo caminho
Apesar do avanço, o Brasil ainda está atrás de mercados desenvolvidos. Nos Estados Unidos, os ETFs já representam cerca de 35% da indústria de fundos.
Por outro lado, no Brasil, esse número mal passou de 1%. Isso indica um grande potencial de crescimento para os próximos anos.
Assim, a XP aposta que os ETFs devem ganhar protagonismo. Principalmente como alternativa simples, líquida e eficiente para o investidor.