
- Goldman eleva Brava (BRAV3) para compra com preço-alvo de R$ 24,50
- Ação ficou para trás do setor e abre oportunidade de entrada
- Fluxo de caixa forte e dividendos entram no radar
O Goldman Sachs elevou a recomendação da Brava Energia (BRAV3) para compra, destacando uma relação risco-retorno mais atrativa. Assim, o banco vê espaço relevante de valorização.
Além disso, o preço-alvo foi definido em R$ 24,50, o que representa potencial de alta de cerca de 16%. Portanto, a ação entra no radar mesmo após desempenho recente mais fraco.
Papel ficou para trás
Apesar da alta de 29% no ano, a Brava ficou atrás do setor. Dessa forma, outras petroleiras subiram cerca de 55%, enquanto o Brent avançou 80%.
Além disso, a estratégia de hedge limitou ganhos no curto prazo. Assim, cerca de 70% da produção está travada a preços menores, reduzindo o upside imediato.
Enquanto isso, esse efeito tende a diminuir ao longo do tempo. Portanto, o potencial pode aparecer com mais força nos próximos anos.
Caixa forte e dividendos no radar
O banco projeta yield de fluxo de caixa livre de 25% em 2027. Dessa forma, a companhia se destaca entre as petroleiras brasileiras.
Além disso, a desalavancagem abre espaço para dividendos mais elevados. Assim, o yield pode atingir dois dígitos entre 2027 e 2028.
Por fim, o Goldman vê crescimento de produção e possíveis vendas de ativos como gatilhos. Mesmo assim, mantém preferência relativa pela PRIO (PRIO3) no setor.