Cripto em alta

Bitcoin dispara e rompe US$ 76 mil com alívio geopolítico; veja o que impulsiona a alta

Criptomoeda acompanha melhora global do apetite por risco e reacende otimismo do mercado.

Crédito: Depositphotos.
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  • Mercado mira próximas resistências em US$ 75 mil e US$ 80 mil
  • Bitcoin supera US$ 76 mil e atinge maior nível em quase 1 mês
  • Alta acompanha melhora do apetite por risco global

O Bitcoin (BTC) voltou a ganhar força nesta terça-feira (14) e atingiu o maior nível em quase um mês, impulsionado pela melhora no apetite por risco global.

A criptomoeda superou os US$ 76 mil, acompanhando o otimismo dos mercados diante de possíveis avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã.

Alta vem com melhora do cenário global

O movimento ganhou força conforme investidores passaram a apostar em uma possível redução das tensões no Oriente Médio. Com isso, ativos de risco voltaram a subir de forma mais consistente.

Além disso, o Bitcoin avançava cerca de 2,3%, a US$ 74 mil, enquanto o Ethereum (ETH) subia quase 3,8%, a US$ 2.319 durante o dia.

Segundo analistas, o mercado reagiu à expectativa de acordo, após sinais de que há espaço para negociações entre os países.

Cripto acompanha bolsa e ativos de risco

O avanço das criptomoedas ocorreu em paralelo à recuperação das bolsas globais. Esse movimento reforça a correlação crescente entre o Bitcoin e ativos tradicionais.

De acordo com a corretora FxPro, a alta reflete uma “recuperação impressionante” do apetite por risco nos mercados financeiros.

Com isso, investidores voltaram a buscar ativos mais voláteis, como criptomoedas, diante de um cenário menos defensivo.

Próximos níveis no radar do mercado

Com o rompimento recente, o mercado agora monitora níveis técnicos importantes para o Bitcoin. As faixas de US$ 75 mil e US$ 80 mil aparecem como próximas resistências relevantes.

Por outro lado, especialistas alertam que o ativo pode passar por um período de consolidação antes de buscar patamares mais elevados.

Ainda assim, o cenário segue positivo no curto prazo, caso o ambiente global continue favorecendo ativos de risco.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.