
- Bitcoin atinge US$ 78 mil e marca máxima desde fevereiro
- Rompimento técnico e short squeeze sustentam alta
- Queda do petróleo e rali global impulsionam ativos de risco
O Bitcoin voltou a ganhar força e atingiu US$ 78 mil, maior nível desde fevereiro. O movimento ocorreu após o anúncio da reabertura do Estreito de Ormuz, que reduziu tensões no mercado global.
Além disso, o alívio geopolítico derrubou o petróleo e impulsionou ativos de risco, criando um ambiente favorável para criptomoedas.
Rali global sustenta alta
A queda de quase 10% no petróleo sinalizou menor risco de interrupção na oferta global. Com isso, investidores migraram para ativos mais arriscados.
Nos EUA, índices como o S&P 500 renovaram máximas, enquanto o Dow Jones subiu cerca de 2%. Esse movimento reforçou o apetite por risco.
Assim, o Bitcoin acompanhou o fluxo global e voltou a testar níveis importantes.
Rompimento técnico anima mercado
O Bitcoin superou a faixa de US$ 76 mil, considerada uma resistência relevante pelos analistas.
Além disso, a manutenção acima de US$ 77 mil pode abrir espaço para novas altas. Esse nível vinha limitando o avanço nas últimas semanas.
Portanto, o rompimento técnico fortalece o cenário positivo no curto prazo.
Short squeeze pode acelerar movimento
Outro fator importante é o posicionamento do mercado. As taxas de financiamento ficaram negativas por cerca de 46 dias, indicando apostas contra a alta.
Com isso, uma continuidade do rali pode forçar recompras de posições vendidas, gerando um short squeeze.
Assim, o movimento pode ganhar tração adicional caso o fluxo comprador se mantenha.