Desempenho abaixo

Hidrovias do Brasil (HBSA3) registra prejuízo de R$ 34 milhões no 1T26 e vê queda forte no EBITDA

Resultado foi pressionado por piora operacional no Brasil e Paraguai e recuo de receitas no trimestre.

Hidrovias do Brasil
Hidrovias do Brasil
  • Hidrovias do Brasil (HBSA3) registra prejuízo de R$ 34 milhões no 1T26, pior que o ano anterior
  • EBITDA ajustado cai 29% para R$ 182 milhões, pressionado por Brasil e Paraguai
  • Operações recuam e efeitos não recorrentes de R$ 12 milhões agravam resultado do trimestre

A Hidrovias do Brasil (HBSA3) reportou prejuízo líquido de R$ 34 milhões no 1º trimestre de 2026, ampliando a perda de R$ 2 milhões registrada no mesmo período do ano anterior. O resultado reflete deterioração operacional em diferentes frentes.

Além disso, o EBITDA ajustado recorrente somou R$ 182 milhões, queda de 29% na base anual. Assim, o trimestre mostra pressão relevante sobre a geração de caixa.

Operações no Brasil e Paraguai puxam queda de desempenho

A companhia registrou piora nas operações no Brasil, com recuo de 14%. Além disso, o Paraguai apresentou queda ainda mais intensa, de 23%.

Dessa forma, o desempenho operacional ficou abaixo do registrado no ano anterior. Ao mesmo tempo, efeitos não recorrentes também impactaram o resultado.

A empresa teve impacto negativo de R$ 12 milhões no trimestre. Assim, o resultado final sofreu pressão adicional.

EBITDA recua e reforça cenário de desaceleração operacional

O EBITDA total ficou em R$ 194 milhões, queda de 6% na comparação anual. Além disso, o indicador ajustado repetiu o mesmo valor, com recuo de 12%.

Assim, a companhia enfrenta um ambiente operacional mais desafiador. Ao mesmo tempo, a redução de desempenho reforça tendência de desaceleração.

A Hidrovias segue monitorando suas operações logísticas na região. Dessa forma, o mercado acompanha sinais de recuperação ao longo do ano.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.