
- CSN (CSNA3) reduziu prejuízo para R$ 555 milhões no trimestre.
- Ebitda ajustado cresceu 5,5% e ficou em R$ 2,6 bilhões.
- Alavancagem financeira segue elevada e no radar do mercado.
A CSN (CSNA3) reportou prejuízo líquido de R$ 555 milhões no primeiro trimestre de 2026. Apesar do resultado negativo, a perda foi menor que os R$ 732 milhões registrados no mesmo período do ano passado.
O mercado acompanhava de perto os números da companhia diante da pressão sobre preços do aço e do minério de ferro no cenário internacional.
Ebitda cresce e operação mostra resiliência
O Ebitda ajustado da CSN (CSNA3) atingiu R$ 2,6 bilhões, avanço de 5,5% na comparação anual.
O resultado operacional veio praticamente em linha com as projeções do mercado, segundo dados da LSEG.
Já a receita líquida somou R$ 10,6 bilhões, queda de 2,8% frente ao primeiro trimestre de 2025.
A companhia segue operando em diferentes segmentos, incluindo aço, mineração, cimento, logística e energia, buscando compensar a volatilidade do setor siderúrgico.
Dívida segue no radar dos investidores
A alavancagem financeira da CSN (CSNA3) encerrou março em 3,36 vezes, levemente acima das 3,33 vezes registradas um ano antes.
O endividamento continua sendo um dos principais pontos de atenção do mercado na tese da companhia.
Além disso, investidores acompanham os impactos da desaceleração global e das oscilações nos preços do minério de ferro sobre os resultados dos próximos trimestres.
Mesmo assim, a melhora operacional e a redução do prejuízo ajudam a aliviar parte das preocupações no curto prazo.