
- Ultrapar (UGPA3) segue com recomendação neutra no Goldman
- Mercado monitora impactos da nova estrutura da Raízen (RAIZ4)
- Plano pode alterar concorrência no setor de combustíveis
A Ultrapar (UGPA3) passou a ser monitorada mais de perto pelo mercado após a Raízen (RAIZ4) detalhar sua reestruturação financeira e indicar possível separação dos negócios.
O Goldman Sachs avalia que a reorganização pode alterar a dinâmica competitiva do setor de distribuição de combustíveis.
Nova Raízen pode elevar concorrência
O plano prevê criar uma empresa dedicada exclusivamente à distribuição de combustíveis no Brasil.
Segundo o Goldman Sachs, uma operação menos pressionada por dívidas pode ampliar a competitividade entre os principais players do segmento.
Hoje, Ultrapar e Vibra aparecem entre os maiores grupos do setor.
Goldman mantém postura neutra
Apesar do cenário em transformação, o Goldman Sachs manteve recomendação neutra para UGPA3.
O banco definiu preço-alvo de R$ 36,30 para os próximos 12 meses.
A instituição afirmou que ainda não há clareza suficiente sobre o desfecho completo da reestruturação da Raízen.
Mercado acompanha cronograma
Segundo o plano apresentado pela Raízen, a reorganização pode ser concluída até março de 2027.
Já a eventual separação entre combustíveis e renováveis deve ocorrer até o fim do próximo ano.
Enquanto isso, investidores acompanham os possíveis reflexos para o setor de distribuição.