
- JPMorgan reduziu o preço-alvo da PRIO3 de R$ 73 para R$ 70
- Banco manteve recomendação de compra para as ações
- Exposição ao dólar pode aumentar volatilidade dos resultados
A Prio (PRIO3) segue entre as ações preferidas do setor de petróleo na visão do JPMorgan. O banco reduziu o preço-alvo da companhia de R$ 73 para R$ 70, mas manteve a recomendação de compra para os papéis.
Mesmo com o ajuste, a instituição continua enxergando espaço relevante para valorização das ações da petroleira nos próximos meses.
Banco destaca geração de caixa e crescimento
Segundo os analistas, a Prio (PRIO3) permanece como a principal empresa privada de petróleo do Brasil.
A avaliação considera a combinação entre forte geração de caixa, crescimento consistente da produção e capacidade de execução dos projetos da companhia.
Além disso, o JPMorgan entende que a empresa continua bem posicionada para capturar oportunidades no setor de óleo e gás.
Exposição ao dólar segue no radar
Por outro lado, o banco destaca um fator que pode aumentar a volatilidade dos resultados da companhia.
Grande parte do caixa e do endividamento da Prio está denominada em dólares, o que torna os números mais sensíveis às oscilações cambiais.
Dessa forma, movimentos mais bruscos da moeda americana podem provocar impactos contábeis relevantes nos resultados trimestrais.
Visão continua positiva
Apesar da revisão no preço-alvo, o JPMorgan não alterou sua tese para a companhia.
A instituição segue avaliando que a Prio reúne fundamentos sólidos e mantém uma das histórias de crescimento mais atrativas do setor de petróleo na Bolsa brasileira.