Risco e retorno

BradSaúde (SAUD3) ganha força com margens maiores e BBA vê ação a R$ 20

Itaú BBA afirma que melhora da companhia é estrutural e destaca combinação de valuation atrativo, dividendos e potencial de crescimento dos lucros.

Foto: Divulgação
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  • O Itaú BBA elevou o preço-alvo de SAUD3 de R$ 18 para R$ 20.
  • A margem operacional saltou de 1,6% em 2019 para 9,6% no 1T26.
  • O banco mantém recomendação de compra e vê uma relação favorável entre risco e retorno.

A BradSaúde (SAUD3) está entre as principais apostas do Itaú BBA no setor de saúde. O banco manteve recomendação de compra para as ações e elevou o preço-alvo de R$ 18 para R$ 20 ao fim de 2026, apoiado pela melhora estrutural da operação.

Segundo os analistas, as grandes operadoras estão saindo mais fortes do choque de sinistralidade dos últimos anos. No caso da BradSaúde, o avanço das margens reforça a percepção de que a recuperação não depende apenas de um ciclo favorável.

Margem da BradSaúde dispara

A margem operacional da BradSaúde avançou de 1,6% em 2019 para 4,8% em 2025. Já no primeiro trimestre de 2026, o indicador alcançou 9,6%, mostrando uma forte evolução da rentabilidade.

Para o BBA, mudanças nos produtos ajudam a explicar esse desempenho. O avanço de planos com coparticipação e de modelos de pagamento por pacotes fechados permite maior controle sobre a utilização dos serviços e os custos médicos.

Assim, o banco vê uma combinação atrativa entre valuation, potencial de crescimento dos lucros e retorno com dividendos. Caso as margens permaneçam próximas dos níveis atuais, a BradSaúde pode sustentar uma trajetória de resultados mais fortes.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.