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Ações da Notre Dame (GNDI3) deixarão de ser negociadas na bolsa

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A companhia Notre Dame (GNDI3é mais uma empresa que “deixará” a B3! A empresa anunciou o fim da linha para os papéis da companhia que deixarão de ser listados na Bolsa de Valores em fevereiro! Confira agora mais detalhes!

Por qual motivo a Notre Dame deixará a bolsa?

Para quem acompanha as principais movimentações da Bolsa de Valores, a saída da Notre Dame não é novidade. Afinal, o fim dos papéis da Notre Dame, é uma consequência direta do processo de fusão da companhia com outro grande nome da bolsa: a Hapvida.

Segundo o anúncio, a fusão entre as duas companhias será concluída em 11 de fevereiro. Assim, no mesmo dia em que as ações da Notre Dame deixarão de ser negociadas na B3. Ademais, o dia 14 de fevereiro marcará o início da negociação das novas ações Hapvida na B3 e, dois dias depois (16/02), será efetivado o crédito das novas ações Hapvida nas contas de custódia dos acionistas da Notre Dame.

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Desse modo, nesta data, cada acionista da Notre Dame vai receber 5,2436 ações da Hapvida por cada ação. Em 29 de março, esses mesmos acionistas receberão parcela caixa no montante de R$ 5,1260 por ação. Farão jus ao recebimento, acionistas da Notre Dame registrados na base de acionistas da companhia até 11 de fevereiro

O que fazer com as ações?

De acordo com o Itaú BBA, as ações da Hapvida (HAPV3) e da Notre Dame (GNDI3possuem alto potencial de valorização. Para a instituição, os preços-alvo para as ações das companhias são, respectivamente, R$ 18 e R$ 101. Os drivers que moveriam os preços para o alvo seriam os benefícios da fusão.

“As sinergias provenientes da combinação das duas maiores operadoras de planos de saúde do Brasil podem beneficiar as linhas de receitas; sinistralidade; despesas de vendas, gerais, administrativas e impostos.”

disseram os analistas do Itaú BBA, Emerson Vieira, Lucca Marquezini e Vinicius Figueiredo.

Além disso, os analistas do banco de investimentos pontuaram três aspectos que podem contribuir com resultados significativos para a geração de valor da companhia.

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O primeiro é a compra de materiais e medicamentos de forma unificada. Ademais, a segunda seria a diminuição de redundâncias em despesas administrativas. E, por fim, os analistas citaram os benefícios fiscais na amortização do ágio que se origina da fusão entre as companhias. De acordo com eles, as sinergias podem gerar R$ 25,6 bilhões para a Hapvida Notre Dame.

“Esse número é por si só cerca de 30% do valor de mercado atual das companhias combinadas.”

frisam.

Durante o terceiro trimestre deste ano, a Hapvida somou um lucro líquido de R$ 43,7 milhões, enquanto que a Notre Dame Intermédica somou um prejuízo líquido de R$ 90,7 milhões.

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