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Aluguel por assinatura revoluciona a maneira como as pessoas vivem, trabalham e viajam

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O acesso a planos baseados em assinatura, incluindo entretenimento, aulas, alimentação e até cuidados médicos, já faz parte do dia a dia da maioria das pessoas. No entanto, um novo conceito desse tipo de serviço tem ganhado força e está revolucionando como as pessoas vivem, trabalham e viajam: o aluguel por assinatura.

O serviço funciona como uma espécie de streaming de casas, cujo aluguel de curto prazo pode ser contratado de forma mensal sem a preocupação com mobília e outras contas. “Nesse formato o locatário paga apenas uma mensalidade fixa, sem ter que desembolsar outra quantia para as de luz, água, internet ou condomínio, por exemplo. Esse é um mercado que ganhou ainda mais força durante a pandemia, com os popularmente conhecidos nômades digitais. Não à toa temos percebido um grande interesse dos investidores nesse tipo de nicho”, comenta Bruno Fabbriani, CEO da Incorporadora BFabbriani.

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Fabbriani lembra que esse tipo de aluguel atende a um público específico, como os profissionais que descobriram a possibilidade de trabalhar digitalmente em qualquer lugar do mundo, além de estudantes e jovens casais. “São pessoas que querem morar em determinados lugares sem ter dor de cabeça ou preocupações além do aluguel. Além disso, a desburocratização do processo de aluguel nesse sistema é uma das principais vantagens tanto para o locatário quanto para o inquilino”, explica.

Os números mostram que cada vez mais pessoas estão abrindo mão da residência fixa para adotar um estilo de vida nômade. Segundo o Relatório Global de Tendências Migratórias 2022 da Fragomen, empresa especializada em serviços de imigração mundial, aproximadamente 35 milhões de profissionais têm esse perfil no mundo, podendo chegar a um bilhão em 2035. Não à toa, 24 países – incluindo Brasil- já criaram vistos específicos para nômades digitais.

Apesar desse conceito ainda estar em crescimento no Brasil, Fabbriani ressalta que há um nicho de mercado que deve alavancar o setor nos próximos anos. “Esse formato garante uma flexibilidade para experimentar novos locais e culturas e já percebemos um interesse maior de compradores que estão adquirindo imóveis para investir nesse segmento para atender esse público, majoritariamente formado por jovens e adultos solteiros”, finaliza.

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