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Chance de cortes de juros em 2024 faz bolsas dispararem em Nova York

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A performance das bolsas de Nova York hoje reflete um otimismo generalizado entre os investidores, impulsionado pelas recentes declarações do Federal Reserve (Fed) e seu presidente, Jerome Powell. A sinalização de que 2024 será um ano marcado por cortes nas taxas de juros, juntamente com a revisão para baixo das expectativas de inflação e taxas de juros, gerou uma resposta positiva significativa nos mercados.

Essa perspectiva otimista se manifestou claramente nos principais índices da bolsa de Nova York. O Dow Jones, um dos mais renomados índices do mercado financeiro, registrou uma elevação de 1,40%, alcançando 37.090,24 pontos. Essa alta é um indicativo claro do impacto positivo das expectativas em relação à política monetária do Fed no mercado acionário.

De forma semelhante, o S&P 500, que abrange uma ampla gama de setores, também experimentou um avanço notável, crescendo 1,37% e fechando a 4.707,09 pontos. Esse aumento reforça a tendência de confiança dos investidores na economia americana e nas perspectivas futuras de crescimento e estabilidade.

O Nasdaq, conhecido por abrigar muitas empresas de tecnologia e inovação, seguiu o mesmo padrão de crescimento, com uma alta de 1,38%, atingindo 14.733,96 pontos. Este aumento reflete a expectativa de que uma política monetária mais frouxa possa beneficiar empresas de alto crescimento, muitas das quais estão listadas no Nasdaq.

No entanto, nem todas as notícias foram positivas. As ações da Pfizer, por exemplo, experimentaram uma queda significativa de 6,72%, reagindo ao rebaixamento das projeções da farmacêutica para receita e lucro líquido em 2024. Este declínio mostra que, apesar do otimismo geral, preocupações específicas de setores ou empresas ainda podem impactar significativamente seus desempenhos no mercado.

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Além disso, a performance dos Treasuries (títulos do tesouro dos EUA) também foi influenciada pelo cenário atual. O retorno dos Treasuries acelerou as quedas, com o juro do T-bond de 30 anos caindo para 4,171%, e as taxas das T-notes de 2, 5 e 10 anos apresentando quedas semelhantes. Isso indica uma mudança na percepção de risco e na busca dos investidores por ativos mais seguros, refletindo as incertezas que ainda permeiam o mercado financeiro, apesar do otimismo prevalecente.

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Dólar em queda no Brasil e no mundo após Fed manter juros inalteradas

O desempenho do dólar hoje, tanto no Brasil quanto no cenário internacional, é um reflexo direto das recentes ações e declarações do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos. A decisão do Fed de manter as taxas de juros inalteradas, combinada com as projeções de redução tanto dos juros quanto da inflação nos EUA, gerou um impacto significativo nos mercados financeiros globais, incluindo a desvalorização da moeda americana.

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No Brasil, a reação do mercado ao comunicado do Fed foi marcada por uma queda expressiva do dólar. O dólar à vista, que é um importante indicador da força da moeda no mercado de câmbio brasileiro, fechou com uma desvalorização de 0,92%, sendo negociado a R$ 4,9208. Essa queda foi observada após oscilações que variaram entre R$ 4,9772 e R$ 4,9153, demonstrando uma volatilidade considerável durante o dia. Além disso, o dólar futuro, que é um contrato que prevê a venda ou compra da moeda em uma data futura a um preço fixado, também apresentou uma queda de 0,93%, alcançando R$ 4,9225.

No contexto internacional, o dólar também apresentou uma queda notável. O índice DXY, que mede o valor do dólar americano em relação a um cesto de moedas estrangeiras, caiu 0,93%, atingindo 102,897 pontos. Essa desvalorização do dólar pode ser atribuída ao otimismo do mercado em relação à possibilidade de um corte nas taxas de juros pelo Fed a partir de março, uma expectativa sustentada por 72% dos analistas e investidores. A mudança na perspectiva das taxas de juros e da inflação sinaliza um potencial relaxamento na política monetária do Fed, o que geralmente resulta em uma desvalorização da moeda.

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Além disso, o discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, que admitiu discussões preliminares sobre o corte de juros e indicou que esse será um tópico em futuras reuniões, contribuiu para a empolgação dos investidores. Essa abordagem mais branda do Fed em relação à política monetária contrasta com as expectativas anteriores de um aperto monetário mais rigoroso, o que, por sua vez, tende a fortalecer o dólar.

O euro e a libra esterlina, duas das principais moedas no cesto do índice DXY, também apresentaram ganhos em relação ao dólar. O euro avançou 0,80%, negociado a US$ 1,0882, enquanto a libra ganhou 0,43%, sendo cotada a US$ 1,2619. Esses movimentos indicam uma reação positiva dos mercados europeus à desvalorização do dólar, o que pode ser interpretado como um sinal de confiança na estabilidade econômica e política dessas regiões.


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