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Luiz Barsi diminui participação acionária na AES Brasil

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Barsi passou a deter 4,98% dos papéis.

Nesta segunda-feira (10), em documento enviado ao mercado, foi informado que o maior investidor pessoa física da bolsa, Luiz Barsi, diminuiu participação acionária na AES Brasil para 4,98%.

De acordo com informações, a venda ocorre após a saída da AES do Brasil. No mês passado, a companhia anunciou a venda dos ativos para a Auren (AURE3) e desde o começo do ano, o mercado já especulava sobre a saída da elétrica do país.

Com a saída, a Auren ofereceu três opções ao investidor da AES:

  • Opção 1: 90% em ações da Auren + R$ 1,15;
  • Opção 2: 50% em ações + 50% em dinheiro, ou R$ 5,77;
  • Opção 3: 100% em dinheiro, ou R$ 11,55;

Em comunicado, foi informado que com essa operação e diminuição na participação acionária, Barsi passou a deter 4,98% dos papéis.

Quem é Luiz Barsi?

Barsi é um homem de hábitos simples desde a infância no bairro paulistano Brás. Filho de imigrantes espanhóis, e órfão de pai desde que tinha um ano de idade, o pequeno Barsi começou a trabalhar muito cedo, fazendo bicos como engraxate e aprendiz de alfaiate e conseguiu se formar como técnico em contabilidade.

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Hoje, Luiz Barsi é um economista, advogado e o maior investidor individual brasileiro.

Auren anunciou compra da AES Brasil

No mês passado, a Auren Energia, empresa controlada pelo Grupo Votorantim e pelo fundo canadense CPPIB, anunciou a aquisição da AES Brasil, que criará a terceira maior geradora de energia do Brasil, com um perfil diversificado entre hidrelétricas, eólicas e solar.

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Em informações, foi divulgado que o negócio será feito por meio da incorporação das ações da AES pela Auren, a serem pagas num misto de troca de ações e dinheiro. Após transação, a Auren terá uma capacidade instalada de 8,8 GW – 2,4x sua capacidade atual.

O maior player hoje é a Eletrobras, com 44,7 GW de capacidade, seguida pela Engie Brasil, com 10,7 GW. 

De acordo com a Auren, a transação irá criar uma empresa com 39 ativos operacionais e em construção, entre hidrelétricas, parques solares e eólicos. A empresa também terá a maior comercializadora de energia do Brasil, com 4,1 GW médios de energia vendida e um portfólio de 1.500 clientes.

Auren disse, no entanto, que a nova companhia terá tanta capacidade de geração de caixa que isso vai permitir uma “rápida desalavancagem do negócio.” 

Auren prevê sinergias corporativas

A Auren informou que prevê sinergias corporativas da ordem de R$ 1,2 bilhão — ou R$ 120 milhões/ano, incluindo “otimizações na estrutura e despesas de serviços e sistemas”, além de sinergias operacionais e financeiras. 

Dentre as sinergias operacionais, a empresa destacou a “adoção das melhores práticas de planejamento, investimento e operação para recuperar o nível de disponibilidade consolidada dos ativos adquiridos.” A Auren também informou que a transação irá acelerar a utilização de créditos fiscais da CESP da ordem de R$ 800 milhões, reduzindo sua carga tributária.

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O objetivo, segundo a empresa, é reduzir a alavancagem para entre 3x e 3,5x. 

Sobre a Auren

Auren Energia é uma empresa brasileira de capital aberto que atua no segmento de geração de energia renovável e comercialização de energia. É resultante integração dos ativos da Votorantim Energia e do CPP Investments, com a incorporação da CESP.

Nasceu com uma matriz energética diversificada, 100% renovável, um robusto pipeline de projetos que combina fontes hídrica e solar, bem como soluções híbridas. A empresa também é uma das maiores comercializadoras de energia do País, atendendo a mais de 800 clientes.

A intenção da consolidação foi anunciada em outubro de 2021 e a conclusão da transação ocorreu em março de 2022, após a reorganização societária da CESP ser concluída e suas ações serem incorporadas à nova empresa

Hoje, a companhia opera com uma matriz limpa e diversificada em ativos localizados em diferentes regiões e uma das maiores capacidades instaladas do País 



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