Leve declínio

Abertura: Ibovespa tropeça de novo e bancos puxam queda do índice

Bolsa brasileira opera no vermelho, pressionada pelo setor financeiro, enquanto Vale sustenta parte do índice e o dólar avança no mercado doméstico.

Abertura: Ibovespa tropeça de novo e bancos puxam queda do índice
  • Ibovespa cai 0,42%, aos 161.806 pontos, pressionado por bancos
  • Dólar avança a R$ 5,43 e Wall Street futura opera em queda
  • Vale (VALE3) sobe 0,94%, enquanto Petrobras (PETR4) recua 0,69%

O Ibovespa opera em queda nesta sessão e recua 0,42%, aos 161.806,12 pontos, em um movimento marcado por realização de lucros e cautela dos investidores. O desempenho negativo é puxado, sobretudo, pelas ações de bancos, que registram baixas generalizadas.

Ao mesmo tempo, o mercado acompanha o cenário externo mais defensivo, a alta do dólar comercial e o avanço dos juros futuros (DIs), fatores que limitam qualquer tentativa de recuperação mais consistente do índice.

Bancos pesam sobre o Ibovespa

As ações do Itaú (ITUB4) recuam 0,69%, refletindo ajuste após altas recentes. Na mesma direção, os papéis do Santander (SANB11) caem 1,09%, ampliando a pressão negativa sobre o setor financeiro.

Além disso, Banco do Brasil (BBAS3) registra queda de 1,00%, enquanto o Bradesco (BBDC4) também cede 1,00%.

O movimento conjunto dos bancos acaba sendo o principal vetor de baixa do Ibovespa nesta sessão.

Vale sustenta, Petrobras cai

Na contramão do índice, as ações da Vale (VALE3) sobem 0,94%, oferecendo algum suporte ao mercado.

Ademais, o desempenho positivo da mineradora ajuda a conter perdas mais intensas no índice.

Já a Petrobras (PETR4) opera em queda de 0,69%, acompanhando o ajuste dos preços do petróleo e contribuindo para o viés negativo do pregão.

Exterior e dólar aumentam cautela

No exterior, os índices futuros de Wall Street operam em leve queda, reforçando o clima de aversão a risco.

Além disso, o Dow Jones Futuro recua 0,05%, o S&P 500 Futuro perde 0,09% e a Nasdaq Futuro cai 0,15%.

No câmbio, o dólar comercial sobe e é negociado a R$ 5,43, enquanto os juros futuros (DIs) avançam, aumentando a pressão sobre ativos de risco no mercado local.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.